Documento gentilmente cedido por D. Suzette Malosso.
Documento gentilmente cedido por D. Suzette Malosso.
Fotografia muito gentilmente enviada da África do Sul pelo meu colega da natação Pierre Jeanrenaud, que lhe foi enviada pela sua mãe, Maria de Lourdes Correa de Sousa Neves, filha do Dr. António de Sousa Correa Neves, que foi Presidente do Grupo Desportivo Lourenço Marques.
Fotografia muito gentilmente enviada da África do Sul pelo meu colega da natação Pierre Jeanrenaud, que lhe foi enviada pela sua mãe, Maria de Lourdes Correa de Sousa Neves, filha do Dr. António de Sousa Correa Neves, que foi Presidente do Grupo Desportivo Lourenço Marques.

A equipa de natação do Grupo Desportivo Lourenço Marques (hoje Grupo Desportivo de Maputo) à direita, durante um festivel no Estádio Paulino dos Santos Gil em Lourenço Marques, 1948. De notar o atleta cheio de medalhas à esquerda, a falar no microfone. Parece que é o José Bento mas não tenho a certeza, se alguém souber por favor envie uma nota para aqui. A mãe do Pierre, cujo pai, o Dr. Sousa Neves, na altura era o Presidente do Desportivo, é a bonita jovem de branco, segunda a contar da direita na fila da frente.
Fotografia de Cândido Pimenta, gentilmente cedida e restaurada por mim.
Para ver esta fotografia em tamanho maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.
Foto gentilmente cedida por António de Sousa Neves e Pierre Yves Jeanrenaud, respectivamente filho e neto do Dr. Sousa Neves.
Em Lourenço Marques, o Dr. Sousa Neves foi advogado e político.
Num momento crucial de edificação do que é hoje o Desportivo, o Dr. Sousa Neves assumiu a direcção do Clube, levando a bom termo a construção da sua piscina, inaugurada em 24 de Julho de 1949.
…. e piloto da DETA e da LAM até 1980.
Com D. Rute Abreu, pais de José, Rui, Vasco e Suzana Abreu, todos atletas do Desportivo.
E amigos para uma vida.
Foto e recorte restaurados por mim. Para ver as mesmas em tamanho máximo, prima na imagem que quiser ver duas vezes com o rato do seu computador.
Para mais dados sobre ele e a aviação em Moçambique, visite o excelente blogue Voando em Moçambique, gerido por Luisa Hinga e o Sr. Comdte José Vilhena.
O Sr. Guilherme Cabaço, uma vida sócio do Desportivo antes e depois da Independência, faleceu Sábado, dia 31 de Dezembro de 2011. Em 1980 foi presidente do Clube, antecidido por Manuel Jorge e seguido por João Albasini.
No sítio do Clube, foi publicado este texto, da autoria do até agora mais velho sócio do clube, na ocasião do seu 92º aniversário:
85 Anos no Desportivo
Tinha sete anos quando me fizeram sócio infantil do Desportivo. Era o clube do meu pai e era um clube genuinamente da terra.
Pratiquei aí várias modalidades desportivas: fui infantil de futebol (há uma foto da equipa nas paredes da sede), fiz basquetebol, hóquei em campo, atletismo e pólo aquático.
Diziam então que eu era um miúdo com jeito para o desporto. Por razões da vida pessoal tive de ir para Portugal quando tinha 16 anos e, quando regressei, três anos e meio mais tarde, tive de ir trabalhar e não pude retomar a prática desportiva. Embora longe da capital, mantive sempre a minha ligação com a agremiação.
O Desportivo deu-me muitas alegrias desportivas e pessoais. De entre elas, recordo a honra e responsabilidade que representou fazer parte da comissão de sócios que chamou a si a construção do campo de futebol [Estádio Paulino dos Santos Gil) onde jogámos até há poucos anos. O Benfica de Lisboa tinha acabado de ganhar a Taça Latina, o primeiro grande torneio europeu, e nós, como delegação do clube português, tomámos a iniciativa de o trazer a Moçambique. Negociámos com os nossos vizinhos do Sporting (hoje Maxaquene), a utilização do campo, mas os nossos eternos rivais impuseram condições inaceitáveis. Pouco mais de dois meses antes da chegada do Benfica, um grupo de sete sócios reuniu-se e decidiu construir um Estádio para a ocasião.
Construir um Estádio condigno em tão pouco tempo foi uma aventura, mas com o nosso esforço, com o esforço dos trabalhadores (que trabalharam, por turnos, dia e noite) e com a boa vontade de muitos, conseguimos tê-lo pronto no dia anterior ao jogo inaugural do Benfica.
Eu sou hoje o único sobrevivente dessa comissão a que tive a grande honra de pertencer.
Um outro momento alto vivido no clube foi a famosa Assembleia-Geral para decidir se passaríamos ou não a ser filiais do Benfica de Portugal. Um número grande de sócios era benfiquista e defendia essa opção. Ganhámos a Assembleia-Geral, mantivemos o nome e as nossas cores tradicionais, e deixámos de ser delegação daquele clube lisboeta.
Foi aí que nasceu o Benfica de Lourenço Marques, hoje o Costa do Sol.
Esta história de luta pela moçambicanidade do clube explica a minha alegria quando, depois da Independência, o Desportivo, adequando-se à nova realidade, conseguiu manter o seu nome e a sua personalidade.
Foi o reconhecimento da sua autenticidade moçambicana.
Mais tarde e por duas vezes, se a memória não me falha, fui chamado a presidir à Direcção do clube [1980] e fui também Presidente da Assembleia-Geral. Como candidato proposto pelo clube fiz um mandato como Presidente da Associação de Futebol de Lourenço Marques.
Posso dizer que as grandes alegrias que o desporto me proporcionou estão ligadas ao Desportivo e aos sucessos da selecção de Moçambique. Não esqueço as alegrias que, por um breve período, vivi com os grandes resultados conseguidos pela selecção dos naturais. Era uma selecção constituída apenas por jogadores naturais de Moçambique e que se organizava por ocasião da visita de equipas estrangeiras e que o Governo de então acabou por proibir.
Com 92 anos de idade, sou o sócio mais antigo do clube e muito me alegra poder comemorar os seus 90 anos. Tenho muita fé nos destinos do Desportivo, porque o vi ultrapassar sucessivas dificuldades e o vejo hoje com uma Direcção competente e dedicada, sob a presidência do Dr. Michel Grispos, que muito admiro.
Nesta ocasião, endereço a todos os associados e simpatizantes os meus parabéns pela efeméride e exorto-os, do fundo do coração, a continuarem o seu apoio ao nosso Desportivo, para bem do desporto moçambicano e do país.
À Familia Cabaço e ao Desportivo, endereço as minhas condolências.
Muito grato ao Pierre Jeanrenaud pelo envio da fotografia em baixo, onde (à direita) se pode ver a sua mãe. Creio que o seu avô materno teve que ver com a sua construção mas vou esperar pela informação.
Para ver esta foto em tamanho maior, prima na imagem em baixo duas vezes com o rato do seu computador.
Com vénia, e dada a sua importância, em seguida pode-se ler 1) a magnífica entrevista, conduzida por Pedro Candeias e Bruno Roseiro, ao Eusébio, publicada há uma semana na Revista Única, que acompanha o semanário Expresso de Lisboa, 2) no fim, os comentários do não menos grande Hilário, relacionados com afirmações feitas na entrevista concedida pelo Eusébio, feitas ao Expresso e A Bola e publicadas no dia 23 de Novembro de 2011.
HILÁRIO COMENTA
Cito o Expresso de 23 de Novembro de 2011:
Hilário da Conceição desmentiu as acusações de racismo no Sporting de Lourenço Marques, feitas por Eusébio em entrevista ao Expresso, na semana passada, e revelou que o jogador esteve muito perto de assinar pelo Sporting, quando já estava em Portugal.
O ex-companheiro do “Pantera Negra” diz, em entrevista ao jornal oficial do Sporting, que não percebe as declarações de Eusébio ao Expresso. “O Eusébio deve estar traumatizado por outras questões. Ele não foi tratado no Sporting com racismo. Ele é mais novo do que eu três anos, o que significa que quando representou o Sporting de Lourenço Marques já eu tinha lá estado e tinha sido muito bem tratado”, declara o antigo defesa-esquerdo internacional.
Hilário conta que ele foi “o primeiro preto” a chegar ao Sporting de Lourenço Marques, “um clube da alta sociedade moçambicana”, e que nunca teve qualquer problema com isso.
O ex-jogador do Sporting esclareceu também a história da chegada de Eusébio a Portugal, para ingressar no Benfica, porque “Eusébio conta mal a história”. Hilário revela que tentou trazer o “Pantera Negra” para o clube de Alvalade mas o então presidente do Sporting, Brás de Medeiros, só aceitava que a “fera” – como lhe chamava Hilário – viesse primeiro fazer testes.
Eusébio queria vir já com contrato assinado, pelo que o negócio não se realizou. Mais tarde, “o Bella Guttman falou de Eusébio ao presidente do Benfica, que recomendou logo a vinda do Eusébio por qualquer preço. Então, o Benfica chegou ao pé do Eusébio, deu-lhe dinheiro e este comprou logo um prédio e uma vivenda. A mãe do Eusébio assinou os documentos e lá veio ele para Portugal.”
Já em Portugal – depois de ter viajado com o nome de “Rute” -, Eusébio esteve a um passo de assinar pelo Sporting, contou Hilário. “O Sporting oferecia-lhe dez vez mais do que o Benfica, dava dinheiro à mãe, e o Eusébio, com esse dinheiro, podia devolver o dinheiro que o Benfica lhe deu e ainda ficaria com algum para viver. Depois de estar em Lisboa, falei com o Eusébio (para ser jogador do Sporting Clube de Portugal) e ele aceitou.”
Hilário, segundo o relato feito ao jornal do Sporting, dirigiu-se ao lar do Benfica onde estava hospedado Eusébio e trouxe-o consigo, mas os responsáveis do Sporting não conseguiram contatar a filial moçambicana de Lourenço Marques para que autorizasse a transferência.
Por isso, Hilário voltou a levar Eusébio para o lar do Benfica, apenas para pernoitar. Grande “ingenuidade” minha, admitiu: “No Benfica, já tinham dado pela falta dele e quando ele apareceu esconderam-no no Algarve, numa casa de férias do Domingos Claudino (antigo dirigente ‘encarnado’). O Benfica não queria que eu tivesse contactos com o Eusébio. O Benfica acaba por segurar o Eusébio pelo impasse do telefonema. Se tivéssemos conseguido entrar em contato com Moçambique, naquelas 24 horas ele teria sido jogador do Sporting.”
E ainda Hilário analisado e citado n’A Bola:
Após a entrevista de Eusébio na revista Única, do Expresso, em que o Pantera Negra afirmou não gostar do Sporting por ser «um clube de elite, da polícia e racista», surge agora a resposta de Hilário da Conceição, que levou Eusébio para o Sporting de Lourenço Marques.
«Fui o primeiro preto a jogar no Sporting de Lourenço Marques e sempre fui bem tratado. Ele não foi tratado no Sporting com racismo», afirma o antigo defesa-esquerdo dos leões e da Selecção Nacional em entrevista ao Jornal Sporting, que estará amanhã nas bancas.
O jornal afirma ainda que Hilário da Conceição «conta a história da vinda de Eusébio de Moçambique para Portugal continental, entre outros temas».
O texto que se segue é um artigo publicado no Notícias, de Maputo no dia 8 de Novembro.
Foto de Carlos Silva.
Fazia parte da celebração dos 50 anos do Desportivo construir um novo pavilhão (e supostamente, uma nova piscina). Lembro-me perfeitamente. Ficou-se pela primeira pedra. Quem viesse a seguir que fizesse.
Esta fotografia foi muito gentilmente cedida pela Anabela Vasconcelos, filha do Sr. Cordeiro e D. Etelvina.
O Sr. Cordeiro, figura querida e inesquecível do Desportivo, por cujas mãos passaram muitos dos atletas do Clube, hoje tem 87 anos e vive em Portugal.
Dos massagistas do Desportivo, houve ainda os Srs. Machado e Serranito, que ainda não consegui localizar.
Fotos de Jorge Santos.
Faltam alguns nomes, a quem souber agradeço que escrevam para aqui a dar os detalhes.
Esta foto foi gentilmente enviada por Fernando Brito.
Em baixo, a seguir à foto principal (que pode ser vista em maior detalhe premindo com o rato duas vezes) estão as fotos de detalhe da foto principal. Quem souber os nomes de pessoas mal ou não identificadas, por favor escreva para aqui, indicando qual a foto de detalhe e a localização da pessoa.

A equipa que nadou no primeiro evento "3 Horas de Lourenço Marques a Nadar", no primeiro trimestre de 1974.

Detalhe 11. Em cima, (?1), e o grande jogador de hóquei Abílio, (?3). Em baixo (?1), (?2), Carlos Oliveira, (? - filho mais novo do Rui Ferreira da UFA)

Detalhe 12. Em cima, (?1), (?2), Cruz e Silva, que foi ponta esqeurdo do Sporting LM e (?4). Em baixo, (?).
Este recorte foi gentilmente enviado por Fernando Brito.
Para ver melhor este recorte, prima na imagem duas vezes com o rato do computador.
Este recorte foi gentilmente enviado por Fernando Brito.
Fotos de João Donato
João Donato jogou e treinou basquet em Moçambique e mais tarde em Portugal. Ele hoje vive em Portugal.
Enquanto os respectivos filhos jogavam básquet ou treinavam na piscina do Desportivo, as mães Melo e Abreu esperavam pelo fim do treino fazendo crochet….
O Sr. Engenheiro Tomás Gouveia merece uma menção de destaque aqui na Casa.
Para além de um firme fanático do Desportivo desde a primeira hora, já desde os fins dos anos 40, ele foi um entusiástico apoiante do desporto em Lourenço Marques, em particular do futebol, do básquet e da natação, e quase toda a gente nos meios desportivos o conhecia.
Quando não estava a trabalhar, o Eng. Gouveia estava ou no Desportivo ou num recinto a ver um jogo ou uma prova de natação. Ou nas bancadas algures em detalhadas discussões desportivas com outros sócios.
No caso do Desportivo, foi o Eng. Tomás Gouveia que fez os planos do segundo campo de hóquei do Desportivo inaugurado nos anos 50, aquele onde hoje fica o campo de básquet coberto à direita de quem entra no clube. No princípio dos anos 70 fez ainda os planos para a implantação de vários campos de básquet no Desportivo e de um estádio olímpico de natação. Esses planos foram metidos definitivamente na gaveta em 1974.
Para além desse envolvimento, e de uma paixão de uma vida pela colecção de sêlos, o Eng. Gouveia (e sua mulher, D. Celeste Miranda, uma ilustre professora primária e que era a directora da Escola Primária de Xipamanine em 1974), deram três filhas ao desporto moçambicano de então: a Lídia, a Anabela e a Dulce Gouveia, esta última que foi uma referência da natação nos anos 60 e 70.

Celeste e Tomás no baptizado da filha Dulce em 1952: dois sócios do Desportivo trazem ao mundo uma nova sócia e praticante do clube. Mais tarde o Pai Melo viria a chamar à Dulce "a foca".
O Eng. Tomás Gouveia, que está vivo e mais ou menos bem na sua casa em Cascais (tem 86 anos – a PDI dá cabo de nós todos) com a D. Celeste, era como família para quem como eu passava a vida no clube.
Uma das pequenas histórias pessoais que me recordo dele é que, apesar dele ter as filhas na natação (a Dulce nadava e praticava básquet) ele parecia que tinha um fraquinho maior pelo básquet que pela natação. O campo de básquet do Desportivo na altura (creio que como agora) era aquele situado à esquerda de quem entra no clube (e que foi o primeiro campo de hóquei em patins do Desportivo). Durante os treinos, era lá que ele costumava estar.
Ora, ao pé desse campo, havia um limoeiro com um tamanho decente, habitualmente cheio de limões. De vez em quando, especialmente na época quente entre Dezembro e Março, eu ficava com tanto calor dentro de água durante os treinos de natação, que, para arrefecer (e na altura não havia nem dinheiro nem vícios), a escorrer água por todos os lados, ia a correr da piscina até ao bar do Desportivo, e pedia ao Sr. Sebastião uma jarra com água gelada e açúcar, que ele, solidário, me dava. Depois ia a correr com a jarra ao limoeiro, apanhava dois limões, espremia-os para dentro da jarra, mexia com um pau e assim bebia a melhor e mais refrescante limonada do mundo.
Por razões que nunca discuti com o Sr. Engenheiro Gouveia, ele achava, talvez devido à geolocalização estratégica do limoeiro, que aquilo pertencia ao básquet e não à natação. É que os do básquet parece que faziam a mesma coisa, mas de forma mais organizada que eu. Então, sempre que eu ia buscar limões à árvore, tinha sempre primeiro que ver onde é que estava o Sr. Engenheiro Gouveia, pois se ele me visse a trepar na árvore e apanhar os limões, ele vinha logo atrás de mim e pregava-me um discurso a dizer que os limões daquele limoeiro eram da equipa de básquet e não para os nadadores.
Que grandes limonadas bebi eu.
E que grande figura foi e é o Eng. Tomás Gouveia.
O sítio do Desportivo de Maputo, que pode ser visto premindo AQUI, continha na sua página e com data de ontem, os seguintes itens:
Primeiro Texto
Em embrião Casa do Desportivo em Lisboa
Ganhou forma, esta tarde, o projecto da criação da casa do Desportivo em Lisboa, no decurso do almoço anual de confraternização e que envolveu mais de 400 pessoas, entre antigos atletas, sócios, amigos e simpatizantes do Grupo Desportivo de Maputo.
O projecto visa unir ainda mais aqueles que em diferentes épocas defenderam o emblema alvi-negro e que agora esteja a viver em diversos países europeus, principalmente em Portugal.
Este ano e pela primeira vez, a direcção do Grupo Desportivo de Maputo está representado nesse encontro pelo seu vice-presidente para a Administração e Finanças, dr. Paulo Ratilal.
Na imagem captada esta tarde em Lisboa, no Restaurante Regiões, pode-se ver parte dos participantes no almoço de confraternização entre antigos atletas, sócios, amigos e simpatizantes do Grupo Desportivo de Maputo.
Segundo Texto
Alvi-negros almoçam em Lisboa
Um almoço de confraternização envolvendo cerca de 400 pessoas, entre sócios, atletas no activo e aposentados, adeptos e amigos do Desportivo de Maputo está neste momento a acontecer em Lisboa, no Restaurante “Regiões”.
O almoço, que acontece uma vez ao ano, junta, em Lisboa, alvi-negros residentes em Portugal e em alguns pontos da Europa.
Este ano e pela primeira vez, a direcção do Grupo Desportivo de Maputo está representado nesse encontro pelo seu vice-presidente para a Administração e Finanças, dr. Paulo Ratilal.
À margem do encontro, Paulo Ratilal devera encetar contactos tendo em vista um relacionamento mais íntimo com os alvi-negros em Portugal e na Europa, com particular realce para o projecto da criação da casa do Desportivo em Lisboa.
Fotos gentilmente enviadas por Mário Silva.
Na foto abaixo, José Pedro Flores Cardoso com o Vice-Presidente do Grupo Desportivo de Maputo, Paulo Ratilal.
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