Fotografia da Colecção de Célia Quartin.
Dezembro 25, 2011
Novembro 22, 2011
ANTIGOS NADADORES E TREINADORES DE MOÇAMBIQUE E FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO HOMENAGEIAM DULCE GOUVEIA, 19 DE OUTUBRO DE 2011
Muito grato ao Carlos Oliveira, que disponibilizou as fotografias que se encontram em baixo.
A Dulce Gouveia ficou de me ajudar com as legendas mas decidiu ir ao banco e deixou-me pendurado. Completarei as legendas mas tarde.
Para ver as fotos em baixo com o tamanho máximo, prima na imagem que quiser ver duas vezes com o rato do seu computador.

Anabela Gouveia, Regina Veloso, Manuela Botelho de Melo, Clotilde Botelho de Melo, José Luis Ribeiro, Victor Cerqueira, Júlio Ribeiro, Carlos Oliveira (atrás), Guiomar (mulher de J. Ribeiro), Fernanda Campos e Mélita Sampaio.

Regina Veloso, Manuela Botelho de Melo, Clotilde Botelho de Melo, José Luis Ribeiro, Victor Cerqueira, Júlio Ribeiro, Carlos Oliveira, Guiomar (mulher de J. Ribeiro), Fernanda Campos e Mélita Sampaio.

Regina Veloso, Manuela Botelho de Melo, Clotilde Botelho de Melo, José Luis Ribeiro, Victor Cerqueira, Júlio Ribeiro, Carlos Oliveira (atrás), Guiomar (mulher de J. Ribeiro), Fernanda Campos e Mélita Sampaio.

Leonel Gomes, Eurico Perdigão e Dulce Gouveia. Do outro lado da Dulce, Manuel da Mata e José Sacadura.

José Sacadura descreve o dia em que teve que se impor aos gabirús que perseguiam a Dulce que estava a usar um biquini cor de rosa em que se discutia se havia pano a menos ou carne a mais.

José Sacadura, explicando agora quantos Garibaldis a Dulce conseguia comer após um treino no Tamar em Algés.

Uma placa, oferecida especialmente para a ocasião pela Federação Portuguesa de Natação, muito aptamente dirigida pelo Prof. Paulo Frishknecht, um dos grandes nadadores de Portugal, que conhece bem Dulce Gouveia e o seu passado.

Em representação do Presidente da Federação Portuguesa de Natação, Eurico Perdigão entrega uma placa homenageando Dulce Gouveia.

Na mesa de honra, Eurico Perdigão explica quantos croquetes a Dulce comia a seguir ao jantar, antes das provas.

Eurico Perdigão, que fez uma carreira no Desportivo e em seguida no Sport Algés e Dafundo (onde aliás se formou) faz uso da palavra.

Paula Botelho de Melo, que se deslocou de Los Angeles para estar neste almoço de homenagem a Dulce Gouveia, e Carlos Oliveira.

Na mesa de honra, da esquerda: Fernanda Campos, Eduardo Horta, Leonel Gomes, Eurico Perdigão, Dulce Gouveia e José Sacadura.

Mais uma imagem da mesa de honra. Da esquerda: Leonel Gomes, Eurico Perdigão, Dulce Gouveia, José Sacadura, Ezequiel Gameiro das Neves e Manuel Mata.

A gang do Ferroviário posa para uma foto com o Prof. José Sacadura. De pé: Manuel da Mata, Dona Tina (mãe do Fernando Pinto), Gabriela Tavares, Luis Camacho, José Sacadura, Olga Camacho. Por baixo Ana Maria Guerra, Júlia Sobral, Fernando Pinto e D. Mariazinha.

A grandes nadadoras Regina Veloso e Fernanda Campos, de entre as grandes pioneiras da natação de Moçambique no panorama português.

Manuel da Mata, um dos grandes treinadores de Moçambique, de depois fez carreira no Sport Algés e Dafundo e Ezequiel Gameiro das Neves, nadador e dirigente durante anos na Federação Portuguesa de Natação.

Nelson Silva, que fez "natacinha" no Desportivo mas que faz parte da mobília da casa, e Pedro Fonseca.

O Dr. Júlio Ribeiro, nadador do Desportivo e campeão, Ezequiel Gameiro das Neves, Anabela Gouveia e a sua filha Ágata. Atrás, Rui Braga de Almeida.

D. Celeste Gouveia, matriarca da família Gouveia, Dulce Gouveia, com a Maria João Gouveia e mais abaixo a sobrinha Ágata.
Novembro 8, 2010
LUBÉLIA STICHINI: UMA EVOCAÇÃO
Esta contribuição é uma pequena homenagem da filha de D. Lubélia Stichini, Célia Stichini Quartin, à obra construida e deixada por sua mãe, pessoa que em sacrifício da vida familiar, dedicou a sua vida à arte que a apaixonou desde criança.
O texto em seguida é da sua autoria.
Lubélia Stichini e a Sua Obra
A Escola de Dança Artística Lubélia Stichini, em Lourenço Marques, foi a primeira escola de dança fundada no Ultramar Português. Com alvará publicado no Boletim Oficial, II Série No. 7 de 15/2/1964, a escola funcionou no Prédio Rocha Martins, mais conhecido pelo prédio da Ronil, na Avenida Pinheiro Chagas No. 2221, 3º andar, em Lourenço Marques, até 1974.
A escola oferecia o ensino de: Expressão Corporal, Dança Ritmica, Ballet Clássico, Ballet Moderno, Danças Típicas e Iniciação Musical, a crianças desde a idade de 5 anos, adolescentes e adultos.
Lubélia Quartin chegou a Moçambique quando o seu marido, António Quartin, foi transferido para Lourenço Marques em 1955, para exercer as funções de Director do Aeroporto de Lourenço Marques, de que foi responsável até à sua reforma em 1972. Desde essa data que Lubélia iniciou os seus Cursos de Iniciação Coreográfica, primeiro no Ateneu Grego, depois no Clube dos Lisboetas e no Salão de Festas da Associação dos Velhos Colonos, antes de obter o alvará e o seu espaço próprio em 1964.
Em 1958, apresentou as suas Classes pela primeira vez em público num recital realizado no Teatro Manuel Rodrigues. Tal foi o êxito, que anualmente eram esperados estes Recitais, que se tornaram parte da cena artística laurentina. Além da apresentação das Classes da sua escola, Lubélia colaborava com Manuela Arraiano no Programa radiofónico quinzenal No Mundo da Dança, do Rádio Clube de Moçambique; era ainda correspondente da Revista O Ballet, conduzia os ensaios dos alunos finalistas do Liceu Salazar para o Baile do Finalista que se realizava anualmente e oferecia a apresentação das alunas para Recitais de benificiência a favor da Cruz Vermelha Portuguesa. Participou ainda nos ensaios e fez parte do júri na eleição da Miss Moçambique, que em 1966 foi Teresa Amaro, eleita também Miss Portugal em 1967.
O seu estúdio em períodos de férias escolares, acolhia bailarinos portugueses e estrangeiros em tournée, por oferecer o espaço ideal para os necessários treinos diários.
O que aconteceu a esta escola, fruto de uma vida de dedicação à arte da dança, podemos nós todos calcular. Lubélia e seu marido (já reformado) deixaram Lourenço Marques nas mesmas condições de muitos (o chamado 24/20). Seu marido, António Quartin, faleceu no Estoril em 18 de Novembro de 1994, e Lubélia faleceu igualmente no Estoril no dia 2 de Fevereiro de 2008, com 93 anos de idade.
Novembro 4, 2010
CÉLIA QUARTIN NA PISCINA DOS VELHOS COLONOS
Foto gentilmente enviada por Célia Quartin.
Célia Quartin foi nadadora da Associação dos Velhos Colonos de Moçambique.
A EQUIPA DE NATAÇÃO DOS VELHOS COLONOS, CAMPEÕES
Foto histórica, muito gentilmente enviada por Célia Stichini Quartin.
Para se ver melhor, a primeira foto é em seguida desdobrada em baixo na ordem da esquerda para a direita, de cima para baixo.
Não sei bem que taça é que ganharam. Mas que é grande, é.
Para quem quiser ver a fotografia em tamanho (muito) maior, basta premir com o rato nela duas vezes.
Nalguns casos só tenho o primeiro ou o último nome, quem souber mais detalhes por favor envie-mos.
Então vamos lá:

A equipa de natação dos Velhos Colonos. Em pé da esq. para a dta:Sr. Sampaio (Treinador Assistente) Passos (?), Dadicha Murinello, Cuca Murinello, Tina Gourinho de Oliveira, ? , Lucília Capelo, Nilza Azevedo, Sr. Matos Lopes (Treinador), Edmundo Gourinho de Oliveira, Ana Maria Abelha, Celia Quartin, Eduardo Horta, Passos Jr.(?), Fernando Abreu Costa, Joaquim Gomes, João Delgado, Fabiano Santos. Sentados: Zeca Alvarez, Mila Osório, Manuela Gourinho de Oliveira, Janete Azevedo, Melita Sampaio, Gaby, Teresa Gourinho de Oliveira, Mesquita (?).
CÉLIA QUARTIN, VELHOS COLONOS
Eternamente grato a Célia Quartin por esta foto, da fome de dados sobre a natação nos Velhos Colonos seguiu a fartura.
Célia Quartin foi nadadora da Associação dos Velhos Colonos de Moçambique. Hoje vive nas Caldas da Rainha, em Portugal.
Novembro 2, 2010
NADADORES DE LM NA PRAIA, 1963
Faltam os nomes. Entre eles está Alberto Sousa e Costa (Pidgi).
A jovem à esquerda de chapéu é Célia Quartin, nadadora da Associação dos Velhos Colonos de Moçambique




















































