Fotografia muito gentilmente enviada da África do Sul pelo meu colega da natação Pierre Jeanrenaud, que lhe foi enviada pela sua mãe, Maria de Lourdes Correa de Sousa Neves, filha do Dr. António de Sousa Correa Neves, que foi Presidente do Grupo Desportivo Lourenço Marques.
Março 12, 2012
A EQUIPA DE NATAÇÃO DO DESPORTIVO DESFILA EM LOURENÇO MARQUES, 1948
Fotografia muito gentilmente enviada da África do Sul pelo meu colega da natação Pierre Jeanrenaud, que lhe foi enviada pela sua mãe, Maria de Lourdes Correa de Sousa Neves, filha do Dr. António de Sousa Correa Neves, que foi Presidente do Grupo Desportivo Lourenço Marques.

A equipa de natação do Grupo Desportivo Lourenço Marques (hoje Grupo Desportivo de Maputo) à direita, durante um festivel no Estádio Paulino dos Santos Gil em Lourenço Marques, 1948. De notar o atleta cheio de medalhas à esquerda, a falar no microfone. Parece que é o José Bento mas não tenho a certeza, se alguém souber por favor envie uma nota para aqui. A mãe do Pierre, cujo pai, o Dr. Sousa Neves, na altura era o Presidente do Desportivo, é a bonita jovem de branco, segunda a contar da direita na fila da frente.
Janeiro 3, 2012
VASCO ABREU (PAI) ATLETA, SÓCIO E DECANO DA FAMÍLIA ABREU DO DESPORTIVO
…. e piloto da DETA e da LAM até 1980.
Com D. Rute Abreu, pais de José, Rui, Vasco e Suzana Abreu, todos atletas do Desportivo.
E amigos para uma vida.
Foto e recorte restaurados por mim. Para ver as mesmas em tamanho máximo, prima na imagem que quiser ver duas vezes com o rato do seu computador.
Para mais dados sobre ele e a aviação em Moçambique, visite o excelente blogue Voando em Moçambique, gerido por Luisa Hinga e o Sr. Comdte José Vilhena.
A EQUIPA DE NATAÇÃO DO DESPORTIVO DE MAPUTO, 2011
Foto do grupo do Desportivo de Maputo no Facebook.
A quem souber os nomes dos nossos campeões, peço uma ajuda enviando uma nota para aqui.
Dezembro 25, 2011
EURICO PERDIGÃO E AMÉLIA SAMPAIO CELEBRARAM ANIVERSÁRIOS A 24.12.2011
Eurico Perdigão, que foi um dos treinadores mais memoráveis do Grupo Desportivo Lourenço Marques, e mais tarde no Sport Algés e Dafundo, completou hoje 80 anos de idade.
Amélia Sampaio (Cerqueira), que nadou nos Velhos Colonos, completou 31 anos de idade (em cada pé).
Assim, para se assinalar a ocasião, uma pequena delegação deslocou-se a Linda-a-Velha esta manhã para assinalar as efemérides.
A reportagem fotográfica, com agradecimentos ao Carlos Oliveira:

A famosa "Carta Aberta a um Jovem Nadador". Na ocasião, li um curto texto intitulado "Carta Aberta a Um Velho Treinador".

Eu a fotografar o cartão de parabéns enquanto a Dulce Gouveia escreve e a Amélia Sampaio preside e bebe um café.

Perdigão observa enquanto pensa "aqui está um tipo a fazer 80 anos e estes gajos oferecem-me um livrinho".
E como nunca é demais, aqui mais fotos da solene ocasião:
Dezembro 23, 2011
EDUARDO HORTA E CARLOS ÓTÃO, NADADORES DOS VELHOS COLONOS E DESPORTIVO, 1963
Da magnífica colecção de Célia Quartin, restauradas por mim.
Dezembro 22, 2011
LUCÍLIA VIEIRA (DOMINGOS) NADADORA DO DESPORTIVO, 1965-69
Muito Grato à Lucília Vieira (Domingos).
Dezembro 20, 2011
A EQUIPA DE NATAÇÃO DO DESPORTIVO LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960
Foto de Jorge Correia de Almeida.

A equipa de natação do Grupo Desportivo Lourenço Marques no início dos anos 1960. Na primeira fila de cima: P1,P2, P3, P4, P5, P6, P7, P8 e P9. Na segunda fila a contar de cima: Q1, Q2, Q3, Q4, Q5 e Q6. Na terceira fila a contar de cima: R1, R2, R3, R4, R5, R6, R7 e R8. Na quarta fila a contar de cima: S1, S2, S3, S4, S5, S6, S7 , S8 e S9. Peço a quem souber qualquer dos nomes que por favor envie uma nota para aqui.
Dezembro 4, 2011
UMA NOTA DE ABM SOBRE O RACISMO NO DESPORTO MOÇAMBICANO NO TEMPO COLONIAL
Copio para aqui, com alterações menores, um comentário que fiz em resposta ao comentário do nosso amigo da caneta René Boezaard (holandês, não conheceu Moçambique antes da Independência mas que conhece muito bem a realidade desportiva moçambicana recente) de que cada um parecia ter a sua verdade na questão de haver racismo em relação ao Eusébio no Sporting Clube de Lourenço Marques por ele (Eusébio) ser preto num clube de brancos (pois essa é a questão em análise, não o racismo em geral):
“Não sei René. As coisas eram como eram no tempo colonial e o facto é que tipicamente as poucas cidades moçambicanas eram esmagadoramente habitadas por brancos. Logo, a maioria dos clubes situavam-se nas cidades, enquanto que as perifierias eram esmagadoramente habitadas pela população de raça negra.
Em termos de sócios, os clubes reflectiam essa realidade (falo dos anos 60 e 70 – nasci em 1960) mas NÃO (e aí concordo com o Sr. Braga Borges) em termos de atletas e muito menos de atletas de raça negra de talento no futebol, que na minha opinião, podiam ir para onde bem quisessem. Sim, os atletas negros (as suas famílias) tipicamente eram muito mais pobres pelas razões sócio-económicas conhecidas. Mas para teres ideia, eu, que sou branquinho da Silva e que sempre vivi na Polana, nadava no Desportivo, e sempre só tive um fato de banho. A minha roupa tinha duas mudas, um par de sapatilhas e um de sapatos.
A ideia de que os brancos viviam em Moçambique num mar de luxúria e os negros num mar de miséria é extremamente relativa e deve ser contextualizada, o que, por razões ideológicas e de perspectiva, tende a ser descurado. A maior parte dos brancos que iam viver para Moçambique iam com uma mão à frente e outra atrás e a riqueza que acumulavam era acumulada através do trabalho. Até quase aos anos 1970 não havia uma universidade em Moçambique – nem para brancos nem para pretos.
Adicionalmente, tirando o futebol, a maior parte dos desportos praticados eram praticados por brancos, por razões mais culturais dos brancos de Moçambique que outra qualquer. Em Moçambique praticava-se muito mais desporto e fazia muito mais parte da cultura local e da rotina das pessoas que em Portugal, mesmo ainda hoje. A população negra de Moçambique nem por isso praticava desporto, apesar de nos anos 60 a situação estar a mudar muito rapidamente. Por exemplo, no Distrito de Lourenço Marques em finais dos anos 60 o desporto já era uma parte importante do currículo escolar e estava dotada com infra-estruturas desportivas, o que em Portugal não acontecia.
Tendo dito isto, creio que, claro que, na estrutura social e de poder os negros moçambicanos não tinham quase nenhum voto na matéria. Eram cidadãos de 2ª e 3ª classe e frequentemente desrespeitados e abusados. O racismo era endémico e inerente em relação a tudo o que se fazia. Eu creio que isso se estava a alterar e alteraria mais até ao final dos anos 70, tivesse o arranjinho colonial perdurado mais uns tempos até a uma independência que não havia dúvida havia de acontecer e teria de acontecer. Mas tudo acabou com um enorme “bang” em 1974, sob a égide dos senhores Comité Central da Frelimo, que tinham ideias peregrinas sobre o que fazer.
Voltando aos clubes, lembro-me de, por exemplo, no princípio dos anos 70, o Desportivo, o clube onde eu cresci, ter feito esforços para recrutar mais sócios, não descurando os sócios de todas as proveniências raciais e sócio-económicas, que era algo que especificamente me lembro. Se não me engano as quotas nessa altura eram uns 100 escudos por ano, o que era praticamente de borla.
Não sei como era no Sporting em termos de sócios. Mas imagino que havia clubes (Clube de Pesca, Clube Marítimo, Clube Militar, Clube de Golfe da Polana, Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra, Grémio) não houvesse muitos sócios negros. Mesmo para os padrões económicos mais elevados dos brancos, esses eram clubes caros e de elite. Mas esses clubes especializavam-se em poucos desportos caros e tinham um cariz social muito mais acentuado que os restantes.
Mas mesmo aí duvido que o critério de acesso fosse o da cor de pele. Acho que era mais a côr do dinheiro e as afinidades dos sócios. Num contexto de uma sociedade racialmente empolada, em que como, uma vez referiu o meu caro Dr. Mário Machungo, no princípio dos anos 70, um negro que quisesse alugar um apartamento na Polana…simplesmente não acontecia.
Ou, como uma vez me relatou serenamente o Sr. Eurico Perdigão, que me treinou no Desportivo, quando uma vez levou o seu mainato (negro) ao Hospital Central Miguel Bombarda às urgências uma noite já não me lembro bem porquê, ele quase que teve que dar um murro em quem o atendeu pois queriam chutar o jovem nem sei bem para onde porque ele era preto (para que conste, ele foi atendido e tratado ali, mas o Sr. Perdigão referiu ter a certeza de que se ele – um branco – não tivesse ido com ele ao hospital, e insistido, isso nunca teria acontecido.
E esta é a “minha” modesta verdade.”
Quanto à natação, que ambos conhecemos, e que pratiquei no Desportivo até 1975, quando fui estudar para Coimbra, sim, quase não havia nenhum nadador negro em LM nos anos 60 e 70 – mas isso era necessariamente “racismo”? explica lá isso. Afinal, o que é “racismo”? ainda hoje se alguém for a Maputo, a natação é um desporto urbano e de elite. E no tempo colonial a elite era esmagadoramente branca.
Para além de que, por razões que nunca estudei, em geral e em todo o mundo as pessoas de raça negra, que limpam o sebo a tudo e todos em atletismo, basquet e muitos outros desportos, são notoriamente omissos dos livros de recordes em natação. Mas eu acho que é uma questão de tempo e de oportunidade e eles e elas vão aparecer.
Como acima refiro, os padrões de prática desportiva em Moçambique reflectiam os padrões sócio-económicos que sim, reflectiam uma estrutura inerentemente racista. Mas não por si só e em absoluto. No resto de Moçambique hoje em dia ainda não se pratica tanto a natação, em boa parte simplesmente porque as piscinas que há são as que se fizeram há 50-60 anos, estão num estado duvidável e por maioria de razão continuam situadas no meio das cidades.
Creio que isso acontece em parte também porque é imensamente mais barato jogar à bola ou correr do que jogar ténis, correr carros, nadar ou jogar golfe.
No caso acima abordado, estamos ainda por cima a falar de descriminação contra o Eusébio (entrevista à Ùnica, Novembro de 2011), um expoente de talento que marcou o mundo e cujo valor já em 1958 quem estava nos meandros do futebol em Lourenço Marques reconhecia. A ideia de que ele terá sido maltratado ou menosprezado por ser preto (saliento que ele é mulato, o pai dele era branco de Angola e morreu em Moçambique quando ele era miúdo), ainda por cima no futebol, cujas putativas barreiras raciais já haviam sido brilhantemente escancaradas por muitos outros antes dele, parece-me ser um pouco peregrina. Que havia (e há, não te enganes) racismo nem é tanto a questão. Afinal, quase que aposto que em 1959 o Sporting de Lourenço Marques não devia ter um sócio preto. Mas o Eusébio ter sido prejudicado por isso?
Eu duvido.
Mas ele lá sabe.
CARLOS DINIS, EX-NADADOR DO DESPORTIVO LM: 1973 e 2011
Muito grato ao meu colega da natação do Desportivo Carlos Dinis, irmão do Luis, pelo envio da sua foto recente desde Tete, onde é geólogo.
Novembro 24, 2011
ODETE DA MATA: IN MEMORIAM
Agradecido ao Rui Pinto por ter obtido a fotografia em baixo, que restaurei.
Assinala-se aqui, com mágoa, o falecimento, há duas semanas, de Odete da Mata, mulher do Sr. Manuel da Mata, que treinou no Desportivo, no Ferroviário e no Sport Algés e Dafundo. Odete da Mata é mãe de Victor e Guida Mata, que também praticaram natação em Moçambique. A toda a família, apresentam-se as sentidas condolências e a nossa solidariedade.
Novembro 22, 2011
ANTIGOS NADADORES E TREINADORES DE MOÇAMBIQUE E FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO HOMENAGEIAM DULCE GOUVEIA, 19 DE OUTUBRO DE 2011
Muito grato ao Carlos Oliveira, que disponibilizou as fotografias que se encontram em baixo.
A Dulce Gouveia ficou de me ajudar com as legendas mas decidiu ir ao banco e deixou-me pendurado. Completarei as legendas mas tarde.
Para ver as fotos em baixo com o tamanho máximo, prima na imagem que quiser ver duas vezes com o rato do seu computador.

Anabela Gouveia, Regina Veloso, Manuela Botelho de Melo, Clotilde Botelho de Melo, José Luis Ribeiro, Victor Cerqueira, Júlio Ribeiro, Carlos Oliveira (atrás), Guiomar (mulher de J. Ribeiro), Fernanda Campos e Mélita Sampaio.

Regina Veloso, Manuela Botelho de Melo, Clotilde Botelho de Melo, José Luis Ribeiro, Victor Cerqueira, Júlio Ribeiro, Carlos Oliveira, Guiomar (mulher de J. Ribeiro), Fernanda Campos e Mélita Sampaio.

Regina Veloso, Manuela Botelho de Melo, Clotilde Botelho de Melo, José Luis Ribeiro, Victor Cerqueira, Júlio Ribeiro, Carlos Oliveira (atrás), Guiomar (mulher de J. Ribeiro), Fernanda Campos e Mélita Sampaio.

Leonel Gomes, Eurico Perdigão e Dulce Gouveia. Do outro lado da Dulce, Manuel da Mata e José Sacadura.

José Sacadura descreve o dia em que teve que se impor aos gabirús que perseguiam a Dulce que estava a usar um biquini cor de rosa em que se discutia se havia pano a menos ou carne a mais.

José Sacadura, explicando agora quantos Garibaldis a Dulce conseguia comer após um treino no Tamar em Algés.

Uma placa, oferecida especialmente para a ocasião pela Federação Portuguesa de Natação, muito aptamente dirigida pelo Prof. Paulo Frishknecht, um dos grandes nadadores de Portugal, que conhece bem Dulce Gouveia e o seu passado.

Em representação do Presidente da Federação Portuguesa de Natação, Eurico Perdigão entrega uma placa homenageando Dulce Gouveia.

Na mesa de honra, Eurico Perdigão explica quantos croquetes a Dulce comia a seguir ao jantar, antes das provas.

Eurico Perdigão, que fez uma carreira no Desportivo e em seguida no Sport Algés e Dafundo (onde aliás se formou) faz uso da palavra.

Paula Botelho de Melo, que se deslocou de Los Angeles para estar neste almoço de homenagem a Dulce Gouveia, e Carlos Oliveira.

Na mesa de honra, da esquerda: Fernanda Campos, Eduardo Horta, Leonel Gomes, Eurico Perdigão, Dulce Gouveia e José Sacadura.

Mais uma imagem da mesa de honra. Da esquerda: Leonel Gomes, Eurico Perdigão, Dulce Gouveia, José Sacadura, Ezequiel Gameiro das Neves e Manuel Mata.

A gang do Ferroviário posa para uma foto com o Prof. José Sacadura. De pé: Manuel da Mata, Dona Tina (mãe do Fernando Pinto), Gabriela Tavares, Luis Camacho, José Sacadura, Olga Camacho. Por baixo Ana Maria Guerra, Júlia Sobral, Fernando Pinto e D. Mariazinha.

A grandes nadadoras Regina Veloso e Fernanda Campos, de entre as grandes pioneiras da natação de Moçambique no panorama português.

Manuel da Mata, um dos grandes treinadores de Moçambique, de depois fez carreira no Sport Algés e Dafundo e Ezequiel Gameiro das Neves, nadador e dirigente durante anos na Federação Portuguesa de Natação.

Nelson Silva, que fez "natacinha" no Desportivo mas que faz parte da mobília da casa, e Pedro Fonseca.

O Dr. Júlio Ribeiro, nadador do Desportivo e campeão, Ezequiel Gameiro das Neves, Anabela Gouveia e a sua filha Ágata. Atrás, Rui Braga de Almeida.

D. Celeste Gouveia, matriarca da família Gouveia, Dulce Gouveia, com a Maria João Gouveia e mais abaixo a sobrinha Ágata.
Novembro 11, 2011
RUI QUADROS, NADADOR DO DESPORTIVO LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950
Fotografia de Rui Quadros, irmão de Jorge Quadros. Ambos filhos de Afonso Quadros…
Tenho muito pouca informação sobre o Jorge, se alguém tiver ou se lembrar de alguma coisa, por favor deixe uma nota aqui.
OS NADADORES DO DESPORTIVO, JANEIRO DE 2011
Fotos do sítio do Desportivo no Facebook.
Outubro 27, 2011
GUIDO DEL RE, NADADOR DO DESPORTIVO, ANOS 60 E 2000
Fotografias do Guido del Re, que nadou no Desportivo LM nos anos 50. Ele hoje vive no Texas com a família.
Outubro 24, 2011
DIPLOMA DE NATAÇÃO DO DESPORTIVO DO JOÃO SALAZAR, 1965
Grato ao João Salazar – e parabéns pelo diploma!
Maio 17, 2011
Maio 14, 2011
FERNANDO BRITO E NADADORES DO DESPORTIVO LM, 1975
Foto gentilmente enviada pelo Fernando Brito.
Se souber os nomes dos que estão na fotografia, por favor escreva para aqui.

Os mufaninhas da natação em 1975. O Fernando Brito, que ofereceu esta fotografia, é, do que estão ajoelhados, é o primeiro à esquerda. Segue-se a grelha. De pé: P1 (irmão do Licínio), P2, P3, P4 e Luis Diniz. De joelhos, da esquerda: Fernando Brito, J2, J3, J4, J5 e J6. Foi tirada na deslocação a cidade da Beira em 1975. Estes eram alguns nadadores da comitiva.
Abril 17, 2011
Abril 16, 2011
ENCONTRO E ALMOÇO DOS NADADORES DO SPORTING DE LOURENÇO MARQUES E CONVIDADOS ESPECIAIS FRANCISCO VELASCO, FERNANDO MADEIRA EZEQUIEL GAMEIRO DAS NEVES, 16 DE ABRIL DE 2011
Com um cuidadoso planeamento da responsabilidade principalmente dos irmãos Viriato e Sertório da Silveira, realizou-se no sábado, dia 16 de Abril de 2011, um encontro de antigos nadadores do Sporting de Lourenço Marques, da década de 1950-1965.
Entre os convidados de honra do grupo, encontravam-se:
- Francisco Velasco, campeoníssimo de hóquei em patins e um expoente do desporto moçambicano (e que tem um fabuloso blogue (ver AQUI) contendo um tesouro de informação sobre o seu percurso pessoal, o hóquei em patins e o desporto em Moçambique antes da Independência). Neste dia, o Francisco Velasco foi “nadador honorário”.
- Fernando Madeira, um grande campeão da natação portuguesa.
- Ezequiel Gameiro das Neves (Véca), que para além de grande nadador, foi um destacado dirigente da Federação Portuguesa de Natação.

O texto que acompanhou os títulos Honoris Causa que foram entregues aos antigos atletas do Sporting e os homenageados.

A Rua da Glória, em Lisboa, onde fica situado a Taverna da Glória, o restaurante no qual se realizou o evento. Estava um daqueles dias de brasa da primavera portuguesa.

Imagem 948. Jorge Mourão, Rui Moreira Vravo, José Paulo, Ana Paula (de costas) Nicola Mousaco, Filipe Teixeira (de costas) Júlia Faustino Lopes (de costas) e Manuel Mateus (coberto).

Imagem 949. Ana Paula(de costas) José Paulo, Filipe Teixeira (de costas) Júlia Lopes, Manuel Mateus e Eugénia Barreto.

Imagem 950. Nuno Silveira, Isabel Cunha, Manuel Mateus, Eduardo Horta, o Fotógrafo e Sertório Silveira.

Imagem 951. Eugénia Barreto (de costas) José Rodrigues, Eduardo Horta e Sertório Silveira (de costas).

Imagem 959. Júlia Lopes, Edmundo Matos, D. Matos, Sertório Silveira (de pé), Inês Dias, Francisco Velasco e Viriato Silveira.

Imagem 960. Francisco Velasco, Viriato Silveira (dando início ao encontro) Eugénia, Nuno, Ezequiel Gameiro das Neves, Jaime Cidrais (em pé) Jorge Mourão e Rui Moreira Cravo.

Imagem 966. Lurdes Vidal França e Ana Paula Vidal França (Teixeira) duas das primeiras nadadoras que bateram um recorde nacional por Moçambique (em estafetas). Do lado direito Viriato Silveira e Eugénia. Do lado esquerdo, Rui Moreira Cravo e Ezequiel Gameiro das Neves.

Imagem 967. Viriato Silveira entregando um diploma a Lurdes França, Eugénia, Ana Paula, Rui Moreira Cravo, Ezequiel Gameiro das Neves.

Imagem 968. Inês Dias, Francisco Velasco recebendo o Diploma de Honoris Causa de Viriato Silveira, Eugénia Barreto.

Imagem 971. Álvaro Cidrais, Fernando Madeira, Ana Paula França (Teixiera), Manuel Mateus (de costas) Lurdes França, Flávio Trindade (irmão do celebérrimo tenista de Moçambique, António Trindade).

Imagem 972. Manuel Mateus, Nicola Cousaco, Bruno Cousaco, Flávio Trindade, Artur da Silva Vicente (que jogou hóquei em patins) e, de lado, Eduardo Horta.
Abril 7, 2011
Abril 2, 2011
NADADORES DO DESPORTIVO LOURENÇO MARQUES, 1967
A versão com mais resolução desta fotografia foi generosamente enviada pela Lucília (Vieira) Domingos, bem como a identificação de muitos dos nomes.
Quem souber mais nomes ou quiser fazer correcções, agradeço que escreva para aqui.

O pessoal do Desportivo em 1967. Para ver a foto em maior detalhe, prima duas vezes nesta fotografia
01 a 10
01 – Anabela Gouveia, 02 – Alice Aleixo, 03 – ?, 04 – Margarida Mata, 05 – ?, 06- ?, 07- ?, 08- Fernando Morais (primo da Suzana, Vasquinho, Zé), 09 – António Sacadura (“Sodas”), 10 – ?
11 a 20
11 – Domingos Campos Ferreira, 12 – ?, 13 – ?, 14 – ?, 15 – João Vieira, 16- ?, 17- ?, 18- ?, 19 – ?, 20 – ?
21 a 30
21 – ?, 22 – ?, 23 – Helena Ho?, 24 – José Rodrigues, 25 – ?, 26- ?, 27- ?, 28- Vitor Mata ?, 29 – ?, 30 – ?
31 a 40
31 – ?, 32 – ?, 33 – Victor Cerqueira, 34 – Paula Botelho de Melo, 35 – Fernando Botelho de Melo, 36- ?, 37- Eugénia Loureiro, 38- ?, 39 – ?, 40 – ?
41 a 50
41 – ?, 42 – ?, 43 – ?, 44 – Profª Maria Conceição Gourinho Oliveira, 45 – ?, 46- ?, 47- João Rodrigues, 48- ?, 49 – ?, 50 – ?
51 a 60
51 – ?, 52 – ?, 53 – ?, 54 – ?, 55 – Cló Botelho de Melo, 56- Ana Paula Pinto ?, 57- Mário Rui Resende, 58- ?, 59 – ?, 60 – ?
61 a 70
61 – Sr. Carlos Carvalho (Seccionista)?, 62 – Lígia Rodrigues, 63 – Teresa Gourinho Oliveira, 64 – ?, 65 – ?, 66- Leonel Gomes, 67- ?, 68- ?, 69 – ?, 70 – ?
71 a 80
71 – ?, 72 – ?, 73 – ?, 74 – ?, 75 – ?, 76- Eurico Perdigão, 77- Bernardete Campos, 78- ?, 79 – ?, 80 – ?
81 a 90
81 – ?, 82 – ?, 83 – ?, 84 – ?, 85 – ?, 86- ?, 87- ?, 88- ?, 89 – Nelson Silva, 90 – Emiliano de Sousa (Victor Cerqueira dixit)
91 a 98
91 – Vasco Abreu, 92 – Dulce Gouveia, 93 – Suzana Abreu, 94 – Maria Paula Valadão, 95 – Manuela Gourinho Oliveira, 96- ?, 97- António Botelho de Melo, 98- ?
Março 30, 2011
FALECEU CARLOS FREITAS, NADADOR DO DESPORTIVO DE LOURENÇO MARQUES
Lisboa, 4ª feira, 30 de Março de 2011 – Faleceu hoje em Lisboa Carlos Freitas, que nadou no Desportivo de Lourenço Marques. À família e amigos, apresentamos as mais sinceras condolências.








































































































































