THE DELAGOA BAY COMPANY

Fevereiro 1, 2017

O CAMPEONATO DO MUNDO DE VELA VAURIEN EM LOURENÇO MARQUES, 1973

Foto generosamente cedida pelo Diogo Cabrita. Os demais documentos cortesia do grande atleta de Moçambique, Eduardo Horta.

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A organização de um campeonato mundial de vela em Moçambique (15 a 20 de Agosto de 1973) foi um sucesso e uma demonstração do talento e a capacidade de mobilização das pessoas que trabalhavam na área do desporto moçambicano antes da Independência, aliás confirmado quando muitas destas pessoas continuaram as suas carreiras mais tarde em Portugal e noutros países onde se radicaram.

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Algumas embarcações Flying Dutchman a sairem da doca do Clube Naval de Lourenço Marques, durante o Campeonato do Mundo de Vaurien, que foi disputado em Moçambique em 1973. Fotografia de Diogo Cabrita.

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Três sêlos alusivos ao Campeonato do Mundo de Vela – Vauriens, 1973.

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Carta de agradecimento a Eduardo Horta, enviado por Arcelino Mirandela da Costa, então Presidente da Comissão Organizadora do evento, pelo seu contributo para o seu sucesso.

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Carta do Comodoro Frederico Marques Mano, então Presidente do Clube Naval de Lourenço Marques, a solicitar o apoio de Eduardo Horta na logística do Campeonato do Mundo em Vauriens e no Campeonato Nacional (de Portugal) de Snipes.

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4 comentários »

  1. Eu participei com o Rui Jordão como proa !

    Comentar por Nuno Pinho — Fevereiro 2, 2017 @ 12:22 am

    • Nuno, se tens fotos ou documentos, manda 🙂 Grato, ABM

      Comentar por ABM — Fevereiro 2, 2017 @ 5:18 pm

  2. Muito apreciei ver esta página no Delagoa Bay. Quando, linhas acima, é escrito que “muitas destas pessoas continuaram as suas carreiras mais tarde em Portugal”, tenho a acrescentar que muitos desses velejadores, alguns até, ainda crianças ( a velejar em Optimist), não só continuaram suas carreiras em Portugal, como também no Brasil, ou em outras paragens do mundo, de acordo com a diáspora que aconteceu três ou quatro anos mais tarde. E atenção: não devido a atitude reacionária, mas por falta de estrutura para prover devidamente as necessidades familiares. É o caso de meus três filhos, que foram campeões no Brasil, poucos anos depois, assim como do respectivo pai, que veio a ressuscitar a vela no Estado do Paraná, Brasil, com o seu entusiasmo e dedicação. Refiro-me à família Bulhão Pato. Se houver interesse, poderei juntar “velhos papéis e taças” para vos narrar tal saga com mais propriedade.

    Comentar por Mary-Oak de Villaris — Fevereiro 2, 2017 @ 5:04 pm

    • Olá Mary, muito obrigado pela mensagem, que gostei muito de ler! CLARO que adoraria poder contar no blogue a história que conta aqui sucintamente, mande-me fotos e documentos e eu preparo uma peça “à maneira” a falar dos filhos campeões e do marido. Certamente que todos os de Moçambique irão adorar ler e saber. Use o email bcaluanda@gmail para correspondermos e trocarmos materiais. Saudações moçambicanas, ABM

      Comentar por ABM — Fevereiro 2, 2017 @ 5:18 pm


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