THE DELAGOA BAY COMPANY

Maio 15, 2018

CARTAZES DO CIRCUITO AUTOMÓVEL DE LOURENÇO MARQUES, 1958-1964

 

1958.

 

1959.

 

1961.

 

1961.

 

1962.

 

1963.

 

1964.

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NADADORES DO GRUPO DESPORTIVO LOURENÇO MARQUES EM DESFILE, 26 DE ABRIL DE 1959

Filed under: 1950 anos, Equipa GDLM 1959 — ABM @ 1:16 am

Grato à grande Dulce Gouveia, que pela primeira vez me cedeu uma fotografia.

 

Os nadadores do Desportivo Lourenço Marques desfilam no Estádio Paulino dos Santos Gil em 26 de Abril de 1959.

 

A mesma imagem, numerada. Se o Exmo. Leitor conhecer alguma das pessoas, por favor envie uma nota para aqui. Lamentavelmente, não reconheço ninguém.

Maio 13, 2018

SPORTING CLUBE DE LOURENÇO MARQUES: UMA BREVE HISTÓRIA

O original deste interessante texto encontra-se no sítio Forum SCP AQUI e é copiado com vénia ao autor, que não sei quem é. Os títulos, as imagens e alguma edição menor são meus. De destacar que alterei a data da fundação do Sporting de 3 para 6 de Maio de 1920, que é a data que o clube sempre indicou como sendo a data.

História do Sporting Clube de Lourenço Marques

As origens do Sporting Clube de Lourenço Marques encontram-se em 1915, quando um grupo de estudantes do Liceu 5 de Outubro formaram uma equipa de futebol, a que decidiram chamar Sporting, por a maioria ser adepta do Sporting Clube de Portugal. Esse grupo incluía Jorge Belo, Júlio Belo, José Agent, António Amorim, Manuel Dias, João Amorim, Abel Cardoso, Luís Cardoso, Luís Maria da Silva, João Carvalho, José Roque de Aguiar, e A. Gonçalves.

Este foi o núcleo que, cinco anos depois, sendo o Sporting Clube de Lourenço Marques já um clube importante na região, decidiu legalizar o clube. No dia 6 de Maio de 1920, considerado nos estatutos como a data oficial da fundação do clube, vinte sócios fundadores realizaram uma assembleia geral onde foram votados os estatutos, cuja aprovação foi requerida ao Governador-Geral a 15 desse mês e a qual foi concedida em 21 de Julho de 1920.

Esses fundadores foram Jorge Belo, Joaquim Duarte Saúde, José Roque de Aguiar, Peter Mangos, António José de Sousa Amorim, Alberto Gonçalves Túbio, Júlio Belo, José Nicolau Argent, Edmundo Dantes Couto, Manuel Sousa Martins, José Miguens Jorge, José Mendes Felizardo Martins, Alfredo Carlos Sequeira, João Carvalho, Manuel Dias, José Lopes, António Pimenta Freire, Augusto Gendre Ferreira, António Maria Veiga Peres, Abílio Carmo, João de Freitas e Fernando de Figueiredo Magalhães.

Note-se que a maioria dos fundadores era menor de idade, e o requerimento de legalização foi subscrito por pessoas que não participaram na reunião fundacional de 6 de Maio.

Rapidamente o Sporting de Lourenço Marques se tornou num dos mais importantes clubes desportivos de Moçambique, não se limitando ao futebol.

Em Março de 1923 o Dr. Aurélio Galhardo encetou negociações com o clube moçambicano para que este se tornasse Filial leonina. Assim, o Sporting Clube de Lourenço Marques tornou-se a Filial nº 6 do Sporting Clube de Portugal, e assim se manteve até 1975.

Detalhe de uma peça do suplemento do Notícias de Lourenço Marques, alusiva à inaugração, em Julho de 1933, da nova sede e campo de futebol do Sporting LM.

Em 1975, já após a independência de Moçambique, tornou-se Sporting Clube de Maputo, para em 1977 assumir a designação actual – Clube de Desportos da Maxaquene. Entre Dezembro de 1981 e Fevereiro e 1982, o clube chamou-se Asas de Moçambique, voltando a ser Maxaquene após três meses como Asas. O Maxaquene adoptou como cores o azul e vermelho, mantendo actividade desportiva nas modalidades de futebol e andebol.

Afinal Black was Beautiful in Sporting LM ?

Segundo os testemunhos de antigos jogadores de futebol do Sporting de Lourenço Marques, Naldo Quana, Joaquim Aloi, Miguel Vaz e Leovelgildo Ferreira, que transitaram para o Maxaquene, antes da independência o clube “era selectivo. Para os negros jogarem no Sporting ou tinham que ser jogadores com a qualidade de Eusébio da Silva Ferreira ou, então, tinham que ter alguém que os apadrinhasse”. Os seus dirigentes e atletas proviriam principalmente da Polícia e dos Serviços Municipalizados de Água e Electricidade (SMAE).

No entanto, isto era decorrente, não de uma decisão do Sporting de Lourenço Marques, mas sim de uma “proibição da utilização de negros sem alvará de assimilação” no futebol.

Efectivamente, José Craveirinha, um dos maiores poetas de Moçambique e figura maior da literatura de língua portuguesa, galardoado em 1991 com o Prémio Camões, enalteceu “o rasgo de puro e desassombrado desportivismo” que representara, na época de 1951/52, o “caso absolutamente ímpar” da “apresentação, nas pistas de atletismo, de alguns atletas negros puros, envergando a alegadamente tão susceptível, até aí, camisola do Sporting local.” Mais ainda, os sino-moçambicanos de Lourenço Marques praticavam desporto no Sporting.

Futebol

O Sporting de Lourenço Marques foi um dos mais importantes clubes de futebol de Moçambique, tendo conquistado múltiplos troféus. Chegou a participar na Taça de Portugal: de acordo com Nuno Martins, jogador/treinador, “cabia na maior parte das vezes a Moçambique decidir com Angola a oportunidade de jogar os oitavos-de-final da Taça de Portugal aqui no Continente. Ganhei duas vezes, por duas vezes vim com o Sporting de Lourenço Marques à Taça de Portugal. A primeira, da qual fez parte o Eusébio, tenho até a placa de quando cá viemos. Nessa primeira vez jogámos com o Belenenses nos quartos-de-final, na segunda jogámos com o Sporting Clube de Portugal e fizemos de Alvalade ‘a nossa casa’, embora tivéssemos ficado alojados no Vila Parque e no Parque Eduardo VII, ficámos alojados nessa unidade hoteleira, mas servimo-nos de Alvalade como nossa casa para tudo o que fosse preciso, cuidados primários de assistência e até dos próprios treinos. Recordo-me ainda com mais saudade dessa eliminatória frente ao Sporting para a Taça de Portugal, porque perdemos a primeira mão em Alvalade num sábado por 3-1, e recebi um telegrama vindo da rapaziada de um café da Baixa de Lourenço Marques, ao meu cuidado, a pedir que prescindíssemos da 2ª mão porque a derrota por 3-1 era suficiente e todos já estavam galvanizados, entusiasmados. Mas não, fizemos a 2ª mão, como era obrigatório, e perdemos por 3-2, e por duas vezes tivemos o 3-3 nos pés”.

Moçambique era nessa altura um viveiro de talentos futebolísticos. Jogadores que depois vieram jogar pelo Sporting Clube de Portugal incluiram, por exemplo, Juca, que começou no Sporting de Lourenço Marques como guarda-redes, mas que, tendo como concorrente o Costa Pereira que depois representou o Benfica e a Selecção Nacional, passou para médio, lugar onde fez uma brilhante carreira. Hilário, que se tinha estreado como júnior no Atlético, transferiu-se para o Sporting de Lourenço Marques a troco de um emprego nos SMAE, e da Filial nº 6 foi para a casa-mãe. Outros jogadores do que fizeram o mesmo caminho foram por exemplo Morais Alves e Armando Manhiça.

Hilário, na 2ª Série de Ídolos do Desporto”, 24 de Outubro de 1959. Estava hà cerca de um ano no Sporting.

O Caso do Eusébio

No entanto, o mais famoso jogador do Sporting Clube de Lourenço Marques foi, para além de Hilário, o Eusébio,  que se notabilizou ao serviço do Benfica e da Selecção Nacional.

O jovem Eusébio.

Eusébio chegou ao Sporting de Lourenço Marques em 1958, depois de ter sido rejeitado pelo vizinho Grupo Desportivo Lourenço Marques, actual Grupo Desportivo de Maputo. No Sporting, Eusébio jogou durante somente duas temporadas no escalão de juniores, quando tinha 16/17 ou 17/18 anos de idade. Foi aí que Eusébio aprimorou, sozinho, o seu potente remate com o pé direito, pegando em três bolas e ensaiando remates de meio-campo para uma baliza sem guarda-redes.

A equipa de futebol do Sporting de Lourenço Marques, cerca de 1960. Atrás, à esquerda, a sede do Clube, inaugurada em 1933.

A história da sua transferência do Sporting de Lourenço Marques para o Benfica é pouco clara, mas diz-se que teria sido “raptado” por elementos do clube encarnado para embarcar no avião horas antes do check-in dos passageiros com destino à Metrópole. Isto é negado pelo próprio, que disse, com clara falta de memória pelas cores que primeiro envergou, “dizem que fui roubado pelo Benfica, mas foi ao contrário. O Sporting é que queria raptar-me, mas não conseguiu porque não gosto nada do Sporting.” Certo é que o Sporting de Lourenço Marques utilizou o dinheiro que recebeu por esta transferência para construir o seu Pavilhão dos Desportos.

O estádio coberto do Sporting LM inaugurado nos anos 60, pago em parte, segundo o texto, com a receita da transferência de Eusébio. Em primeiro plano, o campo de futebol, inaugurado cerca de Julho de 1933.

Numa entrevista ao Expresso publicado no dia 12 de Novembro de 2011, Eusébio declarou que o Sporting de Lourenço Marques “era o clube da Polícia e dos racistas”. Estas afirmações foram prontamente desmentidas por antigos jogadores do clube que com ele lá jogaram. Entre eles contam-se Hilário, que disse “o Eusébio não sofreu na pele essa situação” e, segundo as suas próprias palavras “fui o primeiro preto a jogar no Sporting de Lourenço Marques e sempre fui muito bem tratado. (…) Depois de mim, foram muitos pretos, brancos e mulatos que ingressaram no Sporting de Lourenço Marques.” Também Braga Borges, antigo jogador do Sporting de Lourenço Marques, declarou “Se éramos um clube elitista e racista, ele que explique então porque saíram do “seu” Desportivo, para jogar no Sporting, o Satar e o Merali, que eram indianos, e o Sérgio Albasini, que era mestiço. Eu avivo-lhe a memória: a dupla de centrais era composta por Satar (indiano) e Rangel (misto/chinês); o avançado centro, Maurício, era preto (para não falar do próprio Eusébio); havia ainda Morais Alves, Roberto da Mata, Madala, etc. etc. etc., todos de raças diferentes. (…) Então e quando o Sporting era convidado a participar em torneios na África do Sul (na época do apartheid) e uma das exigências para a participação era a equipa não incluir atletas pretos, o que é que os dirigentes do Sporting faziam? Não ia ninguém, declinava os convites!”

Satar.

 

Sérgio Albasini.

Basquetebol

O Sporting Clube de Lourenço Marques desenvolvia não apenas o futebol, mas diversas outras modalidades. Foi um clube emblemático do basquetebol português dos anos 1960 e 1970, começando em 1962, ao vencer a Taça de Portugal. A partir da época de 1965/66 foi criada, pela Federação Portuguesa de Basquetebol, a Fase Final do Campeonato Nacional que englobava o Campeão da Metrópole, o de Angola e o de Moçambique e que se realizaria pela primeira vez em Lisboa. O Sporting Clube de Lourenço Marques veio a conquistar o título máximo nacional por quatro vezes, uma das quais acabou por não contar devido a protesto.

Uma grande equipa de basquet do Sporting LM.

Pontificavam entre outros Mário Albuquerque, um dos melhores basquetebolistas portugueses de todos os tempos, Nélson Serra, eleito atleta de Moçambique do Ano em 1972, Rui Pinheiro, Tomané e Luís Almeida. Todos estes jogadores transitaram para a equipa de Basquetebol do Sporting Clube de Portugal que ganhou uma série de troféus, começando com a Taça de Portugal em 1974/75 e o Campeonato Nacional em 1975/76, menos Luís Almeida que chegou a treinar com o Sporting mas acabou por não ficar. Ao responder à pergunta “Qual foi a melhor equipa da qual fez parte?”, Rui Pinheiro respondeu “a do Sporting Clube de Lourenço Marques, sem dúvida. Esperando não me esquecer de ninguém, a equipa era composta por, além de mim: Mário Albuquerque, Nelson Serra, Tomané, Victor Morgado, Terry Jonshon, João Romão, Luís Almeida, Belmiro Simango, Morais e Periquito.”

Jogadoras de basquet do Sporting LM, anos 50. Imagem do inigualável Francisco Velasco.

Outras modalidades

O Sporting Clube de Lourenço Marques teve ainda secções de Hóquei em Patins, onde Francisco Velasco, várias vezes Campeão Latino, Europeu e Mundial, foi treinador-jogador a partir de 1964; de Atletismo; de Natação, que treinava na piscina dos Velhos Colonos, hoje da Associação de Natação de Maputo; de Tiro, com uma carreira de tiro inaugurada em 1952, e ainda de Judo.

Convite para a inauguração da carreira de tiro do Sporting LM, 1952.

Palmarés de Futebol

Campeão Distrital de Lourenço Marques em 1922, 1930, 1933, 1938, 1940, 1943, 1948, 1953, e 1960
Campeão de Moçambique em 1960 e 1962

 

Referências

Jornal Sporting de 24 de Dezembro de 1971
O futebol português em Moçambique como memória social, Nuno Domingos, Cadernos de Estudos Africanos, 9/10 (2006) 113-127
Livro de ouro do Mundo Português – Moçambique, p. 57
Ver a Tábua Biográfica da Fotobiografia do Sporting Clube de Portugal, Rui Guedes, Publicações Dom Quixote – Intercultura, 1988.
No site do Maxaquene.
Ver Triplo V
Gazeta da comunidade chinesa de Moçambique, Nº 2, Verão 2003.
Ver entrevista.
Correio da Manhã de 4 de Dezembro de 2008
Expresso, Revista Única de 12 de Novembro de 2011
Jornal Sporting de 22 de Novembro de 2011
Expresso on-line 30 de novembro de 2011
Planeta Basket
Revista Tempo nº 83 de 9 Abril de 1972.
Ver o Armazém Leonino e o blogue Delagoa Bay
Ver entrevista no Planeta Basket
Ver a sua biografia
Ver o blogue Delagoa Bay

Agosto 14, 2017

CURSO DE TREINADORES DE FUTEBOL EM LOURENÇO MARQUES, 1958

 

Imagem dos participantes num curso de treinadores de futebol em Lourenço Marques, 1958. O meu Pai, Botelho de Melo, de pé, 2º a contar do lado direito. A imagem foi recolhida na sede do Clube Ferroviário em Lourenço Marques.

Outubro 9, 2013

COSTA PEREIRA, JOGADOR DE FUTEBOL, ANOS 1950

Filed under: 1950 anos, Costa Pereira — ABM @ 1:37 am

Fotografia de Carla Botelho Pinhal, restaurada.

 

Costa Pereira. Com dedicatória à Família Botelho.

Costa Pereira. Com dedicatória à Família Botelho.

 

 

Outubro 7, 2012

ELIAS MAIO, HÉLDER MOURA E CÂNDIDO VEIGA, O FERROVIÁRIO VENCE A TAÇA SALAZAR. 1950

Fotografia de Carla Pinhal, restaurada.

 

Taça Salazar ganha pelo Clube Ferroviário em 1950″. Da esquerda para a direita, Elias Dias Maio, Helder Moura e Candido Veiga.

EXCURSÃO FUTEBOLÍSTICA A XINAVANE, MAIO DE 1950

Fotografia de Carla Pinhal, restaurada.

 

Não sei que equipa esta é.

 

“Excursão a Xinavane 28-05-1950”. Da esquerda para a direita:
Fila de baixo – o 1º é o Julio Queiroz (?), o 3º é o Gilberto Lopes e o 5º é o Claudino Ribeiro (?) Fila de cima – o 3º é o Armindo Pinhal e o 8º é o Helder (?)

Setembro 15, 2012

A EQUIPA DE FUTEBOL DO FERROVIÁRIO DE LOURENÇO MARQUES NO AEROPORTO, ANOS 1950

Filed under: 1950 anos, Equipa Ferroviário LM, FUTEBOL MOÇAMBIQUE — ABM @ 1:15 pm

Fotografia de Carla Pinhal, filha de Armindo Pinhal, gentilmente cedida e que restaurei.

A foto não tem legenda. Deve ter sido tirada na segunda metade da década de 1950, é a equipa de futebol do Ferroviário a embarcar para a Africa do Sul.

Da esquerda para a direita:
Fila de baixo – Marques Neves, Costinha, Liua, ?, Cândido Veiga
2ª fila – Costa Pereira, Elias Dias Maio (tio da Carla), Epifanio Cunha, ?, Henrique Rodrigues, ?, Hélder Moura, Gilberto Morais, Severiano Correia (treinador)
3ª fila – Reis, Trigo de Morais, Valentim
4ª fila – Amadeu Castelo, ?, Viana

Quem conhecer mais alguém nesta foto, por favor escreva uma linha para aqui.

A equipa de futebol do Ferroviário no Aeroporto de Lourenço Marques, antes da partida para um jogo na África do Sul, anos 1950. Para ver a fotografia em tamanho gigante, prima na imagem com o rato do computador.

Setembro 14, 2012

OS IRMÃOS HERNÂNI, FLÁVIO E EPIFÂNIO CUNHA, DO CLUBE FERROVIÁRIO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Fotografia muito gentilmente enviada por Carla Pinhal e restaurada.

 

Os irmãos Cunha – Hernani, Flávio e Epifanio (voador), atletas do CLube Ferroviário de LM, A foto não tinha data, presumo que seja do final dos anos 1950.

 

 

A EQUIPA DE HÓQUEI VENCEDORA DO TORNEIO DE MONTREUX, 1958

Fotografia muito gentilmente enviada por Carla Pinhal e restaurada.

 

Mais do que para Portugal, cuja bandeira representava, esta equipa marcou, com o seu desempenho, um momento seminal no desporto de Moçambique, mesmo num contexto em que, no futebol português, já se afirmava uma nobre e incontornável estirpe moçambicana. De pé, da esquerda: Souto, Abílio Moreira, Velasco, Adrião, Bouçós e Carrelo. De joelhos:Romão Duarte, Passos Viana, Moreira e Vitor Rodrigues. Heróis de uma geração. Veja esta foto em tamanho máximo premindo a imagem com o rato do seu computador.

 

 

Agosto 31, 2012

EQUIPA DE FUTEBOL DA SECÇÃO “R”, EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Fotografia gentilmente enviada por Carla Pinhal, filha de Armindo Pinhal, restaurada.

 

A foto deve ter sido tirada na 1ª metade da década de 50. Legenda “Equipa de futebol da secção “R””. Da esquerda para a direita, na fila de cima P1, P2, P3, Armindo Pinhal, P5, P6, P7 E P8. De joelhos: J1, J2, J3, J4, J5 e J6.

Julho 9, 2012

RESULTADOS DE PROVAS DE NATAÇÃO E SALTO EM PRANCHA EM LOURENÇO MARQUES, 1954

Recorte gentilmente cedido pela Rosa Freitas, filha do grande nadador Carlos Freitas, e cuidadosamente restaurado.

De notar que o Carlos aqui nadou na equipa dos Naturais de Moçambique.

Recorte 1 de 2.

Recorte 2 de 2.

Julho 7, 2012

OS NADADORES DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1950

Fotografia gentilmente enviada por Rosa Freitas, filha de Carlos Freitas, um grande nadador de Moçambique.

Os nadadores de Moçambique. De pé, da esquerda: António Brás (Necas), Rui Rud Ferreira, Regina Veloso, Carlos Freitas, Graça Paiva, Carlos Magalhães, Eduardo Lopes, Carlos Ótão e Margaride Fernandes. De joelhos: Elsa Ferreira, Humberto Rodrigues e Bernardete Brito.

CARLOS ÓTÃO, CARLOS FREITAS, JUCA CARVALHO E JOÃO GODINHO EM LISBOA, SETEMBRO DE 1958

Fotografia gentilmente enviada por Rosa Freitas, filha de Carlos Freitas, um grande nadador de Moçambique.

Quem souber os nomes que faltam, por favor envie uma nota para aqui.

Os nadadores de Moçambique na piscina do Clube Nacional da Natação em Lisboa, Setembro de 1958. De pé, da esquerda: P1. P2, P3 e P4. De joelhos: Carlos Ótão, Carlos Freitas, João Godinho e Juca Carvalho.

OS NADADORES DE MOÇAMBIQUE NA PISCINA DO LUSO, SETEMBRO DE 1958

Fotografia gentilmente enviada por Rosa Freitas, filha de Carlos Freitas, um grande nadador de Moçambique, originalmente na colecção de fotografias de João Godinho e retocada por mim.

Os nadadores de Moçambique na piscina do Luso, na então Metrópole, dia 7 de Setembro de 1958. De pé, da esquerda: Fernanda Campos, João Godinho, Regina Veloso, Carlos Freitas, Graça Paiva e Humberto Rodrigues. De joelhos: Elsa Ferreira e Juca Carvalho.

 

O NADADOR CARLOS FREITAS NO PÓDIO DO DESPORTIVO, ANOS 1950

Filed under: 1950 anos, Carlos Freitas, Viriato da Silveira — ABM @ 10:43 pm

Fotografia gentilmente enviada por Rosa Freitas, filha de Carlos Freitas, um grande nadador de Moçambique.

No pódio junto da piscina do Desportivo em Lourenço Marques, em 1º lugar Carlos Freitas, em 2º Lugar P1 e em 3º Lugar o Viriato da Silveira.

REGINA VELOSO, MARGARIDE FERNANDES E CARLOS FREITAS NO DESPORTIVO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Fotografia gentilmente enviada por Rosa Freitas, filha de Carlos Freitas, um grande nadador de Moçambique.

 

Junto da piscina do Desportivo em Lourenço Marques, segunda metade dos anos 1950. Em cima, da esquerda, Regina Veloso, o treinador Margaride Fernandes e P3. De joelhos, Carlos Freitas e J2. Peço ajuda aos nossos especialistas com os nomes que faltam.

A EQUIPA DE HÓQUEI EM PATINS DO SPORTING, REFORÇADA, 1956

Fotografia de Serafim Figueiredo (que se pode ver em baixo), gentilmente encaminhada pelo Oscar Soeiro. Obrigado a ambos.

A equipa de hóquei do Sporting Clube de Lourenço Marques numa digressão à Beira, para um jogo com a equipa do Paço de Arcos, que estava em Moçambique para a inauguração do ringue de patinagem do Sporting, em 1956. A equipa do Sporting levou como reforços nada menos que o Amadeu Bouçós, O Manuel Carrelo e o Fernando Adrião. Assim, de pé, da esquerda: Viegas (dirigente), Bastião Lourenço (treinador), Artur Paredes, Amadeu Bouçós, Serafim Figueiredo, Rodrigues (seccionista) e Amadeu Ferreira. De joelhos: Vergílio, Cancela (guarda-redes), Manuel Carrelo e Fernando Adrião.

Junho 28, 2012

GRAÇA PAIVA, ELSA FERREIRA, REGINA VELOSO E BERNARDETE BRITO, NADADORAS DE MOÇAMBIQUE

Fotografia de José Godinho, da colecção do seu pai, o campeão de natação João Godinho (Quelimane e Lourenço Marques). Restaurada por mim.

Segunda metade dos anos 1950, creio que em Quelimane. De pé, da esquerda: Graça Paiva, Elsa Ferreira e Regina Veloso. De joelhos: Bernardete Brito.

PEDRO DOS SANTOS, GUARDA-REDES DO DESPORTIVO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1950

Filed under: 1950 anos, Pedro dos Santos guarda-redes GDLM — ABM @ 10:34 pm

Fotografia de José Godinho, da colecção do seu pai, o campeão de natação João Godinho (Quelimane e Lourenço Marques).

Pedro dos Santos, ao que me dizem um excelente guarda-redes na equipa de futebol do Desportivo, aqui na piscina do clube de Lourenço Marques, anos 1950.

Junho 22, 2012

REGINA VELOSO, CAMPEONÍSSIMA DE NATAÇÃO DE MOÇAMBIQUE E NADADORA OLÍMPICA

Filed under: 1950 anos, Regina Veloso — ABM @ 3:38 am

Fotografia da colecção de Regina Veloso e José Reis, gentilmente cedida e restaurada.

Regina Veloso mostrou o caminho para a natação em Moçambique e fez parte da geração que pela primeira vez colocou a natação moçambicana no mapa no então enquadramento português.

Regina Veloso (Reis).

JOÃO GODINHO, CAMPEÃO DE NATAÇÃO DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1950

Filed under: 1950 anos, João Godinho — ABM @ 3:29 am

Fotografia da colecção de Regina Veloso e José Reis, gentilmente cedida e restaurada.

Para ver esta fotografia em tamanho (muito) maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

João Godinho, que viveu em Quelimane e Lourenço Marques e que foi um grande campeão de natação de Moçambique.

Junho 18, 2012

JOSÉ REIS MONTANDO O BELEZA NEGRA, ANOS 1950

Filed under: 1950 anos, HIPISMO, José Reis — ABM @ 10:48 pm

Fotografia da colecção de Regina Veloso e José Reis, gentilmente cedida e restaurada.

José Reis no Centro Hípico de Lourenço Marques, representando a Mocidade Portuguesa, montando o Beleza Negra.

JOSÉ REIS RECEBE PRÉMIO DE HIPISMO, 1956

Fotografia da colecção de Regina Veloso e José Reis, gentilmente cedida e restaurada.

Para ver esta fotografia em tamanho maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

José Reis a receber da mão do Presidente da República portuguesa, Higino Craveiro Lopes uma medalha, em Lourenço Marques, durante a visita presidencial a Moçambique, 1956.

JOSÉ CRAVEIRINHA SOBRE REGINA VELOSO N’O BRADO AFRICANO, 1959

Filed under: 1950 anos, José Craveirinha - crónica, Regina Veloso — ABM @ 10:25 pm

Fotografia da colecção de Regina Veloso e José Reis, gentilmente cedida e restaurada.

 

Texto de José Craveirinha publicado em “O Brado Africano”. domingo, dia 18 de Julho de 1959.

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