THE DELAGOA BAY COMPANY

Novembro 12, 2011

O GRANDE FRANCISCO VELASCO ENTREVISTADO POR PAULO SALVADOR, 2011

A Raposa e o Campeão: Oliveira Salazar e Francisco Velasco cumprimentam-se em Lisboa, anos 1960.

A vida tem destas coisas. Estava calmamente a pesquisar o tema de Ricardo Chibanga, de que esta casa tem pouco, e, via o Gúgele, fui parar eventualmente ao que me pareceu um obscuro sítio onde vejo uma menção do Lívio de Morais (ao casamento de cuja filha fui em Maputo em 2008) e a seguir vejo o nome de Francisco Velasco.

O tal “sítio obscuro”, que para variar se chama “Recordar Angola“, é do (pelo menos para mim) conhecido jornalista da televisão, Paulo Salvador. Que, descobri, faz um programa de entrevistas “one on one” com um número de personalidades, numa estação de rádio chamada Rádio Sim. A primeira surpresa foi, apesar de algumas confusões processuais, aquilo é um tesouro. Tem horas de entrevistas absolutamente fabulosas. A segunda é que Paulo Salvador, que, sem destoar, na televisão obviamente não tem tido as oportunidades que ele obviamente merece (recordo que “merecer” vem de “mérito”, atributo culturalmente pouco apreciado em Portugal) ascende ao seu melhor em termos de erudição e enorme potencial como entrevistador neste formato, produzindo autênticos documentos históricos, ditos na primeira pessoa, pelos seus entrevistados.

E aqui ouvi uma entrevista excepcional com o grande Francisco Velasco, feita por Paulo Salvador, creio que na tarde do dia 17 de Setembro de 2011.

Alguns dos miúdos do hóquei em Lourenço Marques, com quem Velasco conviveu. De pé, da esquerda: Lelito, Arlindo Vicente e Amadeu Bouçós, José Souto e Paredes. Foto que me veio do Carlos Mota e que penosamente mas com prazer restaurei.

Francisco Velasco tem possivelmente o melhor sítio na internet sobre a sua vida e obra – veja AQUI.

Mas esta entrevista, que dura cerca de 40 minutos, mais do que merece ser ouvida. Do princípio ao fim. Especialmente o fim, em que o nosso Velasco foi tão, tão generoso para com o bom povo português e definiu a sua portugalidade.

Para ouvir, o exmo. Leitor prima AQUI.

Paulo Salvador tem que arranjar maneira de colocar este programa na televisão por cabo às quintas-feiras à noite, para mostrar realmente o que ele vale e ajudar a contrariar um pouco o verdadeiro lixo que encontro por lá nessa altura.

E não entendo como um símbolo como Francisco Velasco não é mais celebrado e aproveitado pelo establishment actual do hóquei português.

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Novembro 11, 2011

OS CRAQUES DO HÓQUEI DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1960

Fotografia do Carlos Mota, restaurada por mim.

 

A Selecção A e B. De pé, da esquerda: Abílio, Bouçós, Branca, Passos Viana, Adrião e Francisco Velasco. De joelhos: Carrelo, Victor Rodrigues, Paredes, Arlindo Vicente e Romão Duarte.

OS RAPAZES DO HÓQUEI DO SNECI, ANOS 1950

Fotografia do Carlos Mota, restaurada por mim.

 

Bouçós, Paredes, José Souto, Lelito, Assunção, Arlindo Vicente e Lima de Abreu.

A EQUIPA DE HÓQUEI DO 1º DE MAIO DE LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Fotografia do Carlos Mota, restaurada por mim.

 

De pé, da esquerda: Armando Silva, Lopes, Graciano e Zito. De joelhos: Cidrais, Graça e Arlindo Vicente.

 

 

 

Novembro 12, 2010

JOVENS HOQUISTAS DE MOÇAMBIQUE, ANOS 50

Lelito, Arlindo Vicente, Bouçós, José Souto e Paredes.

A SELECÇÃO A/B DE HÓQUEI DE MOÇAMBIQUE, ANOS 60

Veja-se os nomes em cima.

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