THE DELAGOA BAY COMPANY

Janeiro 1, 2012

EQUIPA DE MINI-BASQUET DE NAMPULA, ANOS 1970

Fotografia de Mário Lisboa.

se souber o nome da equipa ou mais detalhes, escreva uma nota para aqui.

Fotografia tirada em Nampula, anos 1970. De pé, da esquerda: João Carlos, Nito Peixe, Nandocas Marta da Cruz, Bic, Jorge Bravo, Camané Osório de Castro e Frank. De joelhos: Mário Lisboa, Carlos Conceição, Mário Narta da Cruz, Zé Duro e Rui Prata Ribeiro.

Anúncios

Dezembro 3, 2011

A MÃE DO PIERRE JEANRENAUD NA PISCINA DO DESPORTIVO EM LOURENÇO MARQUES, 1949

Muito grato ao Pierre Yves Jeanrenaud, meu colega da natação no Desportivo e no Clube Académico de Coimbra, que enviou esta fotografia da sua casa na África do Sul e prometeu mais.

Infelizmente não sei ainda o nome da mãe dele, sempre a conheci como “a mãe do Pierre”. Mas isso resolve-se com um email.

A piscina do Desportivo foi inaugurada no dia 24 de Julho de 1949 pelo então Governador-Geral. O Avô materno do Pierre creio que fazia parte da direcção do Desportivo nessa altura.

A mãe do Pierre sempre foi linda, mas aqui está uma beleza. Não sei quem é o Clark Gable à direita. Reparem ao fundo que o eucaliptal que cobria a zona ribeirinha da cidade naquela altura vinha até praticamente às portas do clube. Mesmo no cantinho à esquerda, pode-se ver a sede original do Desportivo, que ainda existe e devia ser património arquitectónico e histórico da cidade de Maputo.

Novembro 28, 2011

ESTAFETA 4X100 METROS ESTILOS DO CLUBE ACADÉMICO DE COIMBRA, 1977

A estafeta 4x100 metros estilos femininos do Clube Académico de Coimbra em 1977. Da esquerda: Maria da Luz Mendes, Júlia Sobral, Gena Cunha e Teresa Nolasco de Faria. A Maria da Luz e a Júlia Sobral foram importadas de Moçambique.

Junho 20, 2011

MARIA DA LUZ (MENDES) JACOBS CELEBRA ANIVERSÁRIO

Filed under: 2010 anos, Maria da Luz Mendes, NATAÇÂO CAC COIMBRA — ABM @ 1:13 pm

Foto gentilmente enviada pela Maria da Luz (Mendes) Jacobs.

A Maria da Luz nadou no Clube Náutico da Beira e mais tarde no Clube Académico de Coimbra. Vive perto de Durban.

 

Maria da Luz com o marido Ron na sua casa perto de Durban, na África do Sul, no dia em que apagou 18 (mais 32, mas não se fala disso) velas.

Junho 8, 2011

RESULTADOS DO 1º CAMPEONATO ABERTO DE MOÇAMBIQUE EM NATAÇÃO, MARÇO DE1974

Recortes gentilmente cedidos pelo Armando Nunes, que nadou pelo Clube Náutico da Beira.

 

Recorte 1.

 

Recorte 2.

Março 24, 2011

RUI PRATA RIBEIRO E ABM, ANOS 80

Jovem de Nampula, nadou depois em Coimbra, onde ainda vive.

A foto, tirada nos anos 80, numa visita minha à cidade.

Rui Prata Ribeiro e ABM, Abril de 1982. Em casa do Dr. Cabrita.

Março 3, 2011

PLACA COMEMORATIVA DO CLUBE ACADÉMICO DE COIMBRA, 1976

Filed under: 1970 anos, NATAÇÂO CAC COIMBRA — ABM @ 1:49 am

Placa comemorativa do Clube Académico de Coimbra, 1976.

ABM COM CARLA ABREU EM COIMBRA, 1980

Carla Abreu é a irmã mais velha do nadador Rui Abreu, o melhor nadador de Moçambique até esta data.

António Botelho de Melo e Carla Abreu em Coimbra, na então sede do Clube Académico de Coimbra, 1980.

Março 1, 2011

PIERRE JEANRENAUD, COIMBRA, 1975

O Pierre nadou no Desportivo LM e mais tarde no Clube Académico de Coimbra. Actualmente, vive na África do Sul.

Pierre Jeanrenaud em Coimbra, 1975.

O cartão de nadador federado do Pierre em 1975.

Pierre Jeanrenaud.

 

Janeiro 17, 2011

LEONEL GOMES, CAMPEÃO EM 2011

Fotos rapinadas à Luísa Oliveira.

Leonel Gomes foi treinador de natação no Desportivo LM nos anos 60 e 70.

Hoje, com 80 anos, goza a sua reforma nadando e batendo recordes de natação para Masters. No Mundial de Masters na Suécia, em Agosto de 2010, ficou em 3º lugar numa prova.

Aqui em baixo com os meus amigos de Coimbra, de que destaco as irmãs Teresa e a Luísa Oliveira.

Leonel Gomes com a sua touca da equipa de masters da Associação Académica de Coimbra. Janeiro de 2011.

Janeiro de 2011 em SInes. Leonel Gomes (à direita de azul) e a gang de Coimbra: António Miranda Rodrigues, António Prestes Pires, Ana Moura Relvas Margarida Torres, Teresa Oliveira, Luisa Oliveira, Pedro Militão e Nelson Mestre. Tudo boa gente.

Janeiro 10, 2011

ANTÓNIO BOTELHO DE MELO NA SUÍÇA, 1975

Foto e texto gentilmente enviados por Fernando Brito.

António Botelho de Melo em 1972. A foto aparece num artigo de jornal em LM em 1975...

Por baixo da foto, o texto do artigo publicado no Noticias em Junho de 1975, noticiando a minha participação nos Campeonatos da Europa de Júniores, em Genebra, na Suíça.

Janeiro 8, 2011

TREINO DE NATAÇÃO NA PISCINA DO FRANDE HOTEL DA BEIRA, ANOS 70

Esta fotografia foi enviada pela Maria da Luz Mendes (Jacobs).

Nadadores da Beira treinam na piscina do então já fechado Grande Hotel da Beira. Princípio dos anos 70. Ao fundo, pode-se ver Joaquim Aires

MARIA DA LUZ MENDES EM 1973 E EM 2010

Esta fotografia foi enviada pela Maria da Luz Mendes (Jacobs).

Maria da Luz Mendes (Jacobs) nadou na Beira e em Coimbra.

Um domingo na praia na Beira, 1973. Maria da Luz é a jovem de biquini com uma risca no calção. Na foto à sua direita estão Luísa Sacadura e a sua filha Cecília, respectivamente mulher e filha do Professor José Sacadura. Do lado esquerdo da Maria da Luz vê-se a sua mãe, Domitília.

Maria da Luz Mendes Jacobs (à direita) em 2010, na África do Sul. Aqui com a sua filha Candice, que não fala uma palavra de português, para variar.

MARIA DA LUZ MENDES NA BEIRA, 1974

Esta fotografia foi enviada pela Maria da Luz Mendes (Jacobs).

Maria da Luz Mendes em 2º lugar no Torneio Nadador Completo na Beira, 1974. Faltam os nomes dois outros dois nadadores.

MARIA DA LUZ MENDES E OS NADADORES DE COIMBRA, 1976

Esta fotografia foi enviada pela Maria da Luz Mendes (Jacobs).

Os nadadores do Clube Académico de Coimbra em 1976, incluindo a sua componente "importada" de Moçambique: da esquerda, Adelaide Melo, Maria da Luz Mendes, Teresa Nolasco de Faria e Guida Mendes Silva. Ao fundo, Pierre Jeanreaud.

NADADORES DE JOAQUIM AIRES, CLUBE NÁUTICO DA BEIRA, ANOS 70

Esta fotografia foi enviada pela Maria da Luz Mendes (Jacobs).

Equipa de nadadores de Joaquim Aires - Clube Náutico da Beira, anos 70. Na fila de trás, da esquerda: Sr. Lamego, (T1), Maria da Luz Mendes, (T2), T3), T4 e Joaquim Aires. Na fila do meio: Ana Paula Santos, M1, M2, Ângela Santos e Paula Lamego. Na fila da frente: Luis Lamego, Rui Santos, Ribeirinho e Saladino.

JOAQUIM AIRES, BEIRA, 1974

Maria da Luz Jacobs, que agora vive com a família na África do Sul, nadou na Beira e mais tarde em Coimbra, Portugal. Ela enviou esta fotografia.

Joaquim Aires deu aulas de natação na Beira e em Coimbra, para onde foi depois de sair de Moçambique em 1975. Era o pai de Maria da Luz.

Joaquim Aires num momento de descontracção. Na Beira, 1974.

JOAQUIM AIRES E MARIA DA LUZ MENDES JACOBS NA BEIRA, ANOS 70

Maria da Luz Jacobs, que agora vive com a família na África do Sul, nadou na Beira e mais tarde em Coimbra, Portugal. Ela enviou esta fotografia.

No fim do Campeonato do Nadador Completo - Beira, Moçambique, 1974. Domitila Aires, Joaquim Aires e Maria da Luz Mendes.

MENS SANA IN CORPORE SANO

David, por Michelangelo.

Este texto é da autoria do Prof. Rui Baptista, que marca presença habitual no blogue De Rerum Natura.

Inicialmente, a um post de António Botelho de Melo, intitulado “Clube Académico de Coimbra”, 1975 ( 7.Fev.2010), foi minha intenção endereçar este pequeno texto sob a forma de comentário. Pedindo ao seu autor que reproduza novamente aqui a fotografia que acompanhou o respectivo post [vide abaixo], bem ou mal, entendi merecerem estas minhas mal alinhavadas linhas um destaque maior que um simples comentário.

O leitor interessado em factos do desporto nacional (tenham eles ocorridos na Metrópole ou no antigo Ultramar Português) certamente acolherá favoravelmente esta minha decisão, a decisão de um moçambicano do coração, natural da Luanda, filho de pais de um Portugal europeu, que veio viver e refazer a sua actividade profissional em acolhedoras margens do Mondego que mitigaram, apenas, as saudades da belíssima Cidade das Acácias (Lourenço Marques) em terras do Índico.

Vem isto a propósito de, há meses atrás, ter assistido a uma interessante palestra da Professora Eugénia Cunha, docente da Universidade de Coimbra. Mal sabia eu estar em presença, para além de uma prestigiada académica, de uma destacada nadadora coimbrã. Prova evidente do casamento perfeito entre a matéria que se diz pensante e o resto do corpo.

Aliás, Ernest Krestchemer, médico psiquiatra e doutor “honoris causa” em Filosofia, o reforça: “O homem pensa com o corpo todo”. Por seu lado, contrariando o dualismo cartesiano, “res cogitans”/ “res extensa”, Jean-François Lyotard, filósofo da nossa contemporaneidade, não hesita em criticar todos aqueles que defendem que ” toda a energia pertence ao pensamento que diz o que diz, que quer o que quer; a matéria é o fracasso do pensamento, a sua massa inerte, a estupidez”. Sem me que querer alongar, respaldo-me, por último, numa figura da vida cultural portuguesa do século XX, Almada-Negreiros: “É preciso criar a adoração dos músculos”.

A equipa de natação do Clube Académico de Coimbra em 1975. Eugénia Cunha está sentada à esquerda.

Novembro 11, 2010

PERDIGÃO, SACADURA, SUZANA, DULCE, VICTOR, AMÉLIA, CARLOS E ABM, 2010

Na ocasião da visita de Suzana Abreu Barros a Portugal, imagens de um almoço que excepcionalmente reuniu Grandes da natação de Moçambique antes da Independência e alguns de Portugal após 1974.

Uma foto para a Posteridade: Eurico Perdigão, Dulce Gouveia, Victor Cerqueira, Suzana Abreu Barros e José Sacadura.

Da esqª: Eurico Perdigão, Dulce Gouveia, Susana Abreu Barros, Victor Cerqueira, Amélia Sampaio, José Sacadura e Carlos Oliveira

José Sacadura, Suzana Abreu Barros e Carlos Oliveira.

Suzana Abreu Barros, Eurico Perdigão e Dulce Gouveia.

O professor José Sacadura, que viveu na Beira entre 1968 e 1974, deu aulas no Liceu Pêro de Anaia e foi treinador no Clube Náutico da Beira, foi também Seleccionador de Moçambique. Marcou como poucos a natação portuguesa nos últimos quarenta anos. Agora goza da reforma mais activa que se viu.

Suzana Abreu Barros e ABM, duas gerações de nadadores do Desportivo do tempo de Eurico Perdigão.

O Dr. Victor Cerqueira e a sua mulher Amélia Sampaio: um casamento Desportivo-Velhos Colonos.

Eurico Perdigão e Dulce Gouveia. O treinador e a nadadora que marcaram uma geração da natação em Moçambique e em Portugal.

O Dr. Carlos Oliveira: dos melhores nadadores portugueses nos anos 70. Mais tarde, como dirigente na FPN, um dos principais responsáveis pelo arranque da natação de Masters em Portugal.

Eurico Perdigão. Sucessor de Margaride Fernandes, elevou a natação do Desportivo e de Moçambique a um novo nível. Continuou a sua obra depois de 1974 no Sport Algés e Dafundo.

Novembro 7, 2010

UM NADADOR DE FÉRIAS, 31 DE DEZEMBRO DE 1974

Cozinhando uma sopa instantânea na tenda junto à praia na Ilha da Inhaca.

Uns dias de férias e calor infernal na última semana de Dezembro de 1974, acampado numa praia da Ilha da Inhaca com amigos. Tinha 14 anos de idade e levou horas à chata (tipo de barco) que cruzou a baía para chegar à ilha.

Nessa noite de 31 de Dezembro de 1974, à meia-noite, lá longe no horizonte, sentado na praia escurecida, iluminada apenas por uma fogueira, assisti ao espectáculo mágico do fogo de artifício, brilhante e avermelhado, a oscilar silenciosamente à distância, sobre os límpidos céus de Lourenço Marques, celebrando a entrada do ano de 1975: o ano da Independência de Moçambique.

1974 e 1975 foram anos verdadeiramente alucinantes, uma curiosa mistura do sublime e do infame.

Mas, políticas aparte, os meus focos eram só dois: estudar e nadar competitivamente.

No dia 19 de Fevereiro de 1975 saí de Lourenço Marques (fazia sol e 27 graus de temperatura nesse dia) num Boeing 747 da Tap com destino a Lisboa, onde cheguei na manhã seguinte. Na capital portuguesa a temperatura era de 11 graus, estava escuro e caía chuva miudinha. Toda a gente parecia estar vestida de preto, as ruas sujas, cartazes por toda a parte a apregoar frases revolucionárias.

Ao princípio da tarde desse dia, fui levado pelo Prof. José Sacadura e pela Dulce Gouveia, que viviam em Coimbra, através da indescritível confusão e perigo da Estrada Nacional 1, para Coimbra. Cheguei à cidade cerca das 5 da tarde e a primeira coisa que fiz foi ir à piscina municipal coberta nadar. No dia seguinte fui para o liceu, onde levou algum tempo primeiro que as senhoras da secretaria processassem a papelada para me encaixarem lá.

Em Fevereiro de 1975 a Coimbra que encontrei era uma cidadezinha fria, molhada, escura e sisuda, que participava contida e distanciadamente na então Revolução das Flores, cuja dinâmica se desenrolava essencialmente em Lisboa, e a que se assistia de Coimbra diariamente pela televisão através duma RTP instrumentalizada e governamentalizada, medíocre, a preto e branco. Nos intervalos dos debates e da peixarada política, assistíamos aos escaldantes episódios de Gabriela, Cravo e Canela e ao inenarrável A Vaca da Cornélia.

Definitivamente, já não estava em Moçambique.

O mais que se assistia de “revolucionário” em Coimbra passava-se creio que na universidade, um mundo relativamente estanque da cidade, onde se contavam espadas, saneavam-se professores e se contestava tudo e mais alguma coisa. No Liceu Infanta Maria tive professores que eram professores da universidade mas que para lá foram pois já não estavam para aturar aquilo.

Eu já conhecia Coimbra desde 1972, quando ali estive umas semanas, regiamente instalado no Hotel Avenida, para participar em competições de natação. Estive lá no ano seguinte. Sempre em Julho e Agosto, quando a cidade era quente, seca e solarenta. Agora conheci-a – e a Portugal – no inverno, sombria, quase sorumbática.

Coimbra entre 1972 e 1975 era uma vila comparada com o que é hoje. Junto ao Calhabé ainda havia quintas e ovelhas a pastar. A Sólum era quase um transplante no meio do mato, que rodeava o bairro. Era uma cidade pacatíssima, de província, com alguma mania de que ali residia uma elite e uma cultura aparte. Mas na prática era uma cidade normal. Como em toda a parte, encontrei lá muito boa gente e alguma que não prestava para nada.

Em Coimbra, fui estudar para o Liceu Infanta Dona Maria e nadar nas piscinas municipais da cidade. Vivi primeiro na Sólum e depois no Calhabé, o resto da família – os meus pais e sete irmãos – espalhados por todo o mundo.

Cedo se reuniu ali uma pequena comunidade de gente de Moçambique que nadava comigo. Cada um à sua maneira, procurava ajustar-se às circunstâncias loucas em que quase repentinamente nos encontrámos, todos longe das famílias, sem dinheiro, sem ousar pensar no dia seguinte, vivendo o dia a dia. Coimbra passou a ser a nossa casa e os nossos amigos a nossa família.

Vivi em Coimbra dois anos e sete meses, exactamente.

Em 20 de Setembro de 1977 saí de Coimbra num comboio da estação B, com destino a Lisboa. Depois de um mês de espera na ilha açoriana de São Miguel, onde estavam os meus pais, fui viver para os Estados Unidos da América, onde permaneceria nos 14 anos seguintes.

Após sair de Moçambique, não voltaria durante quase mais dez anos, até viajar até lá em 1984, por sugestão de Valeriano Ferrão, o primeiro embaixador moçambicano nos Estados Unidos da América.

Que me facultou um visto de entrada.

Para estrangeiro.

Novembro 5, 2010

A PISCINA MUNICIPAL DE COIMBRA, ANOS 60

Anos mais tarde, a piscina foi alvo de obras que aumentaram o seu comprimento para cinquenta metros e foram construídas duas piscinas ao lado, uma coberta com cimento e outra com lona.

Entre 1972 e 1977, nadei e treinei muitas vezes nessas piscinas, que tinha a particularidade de a água que a enchia vir de um poço no local. A água desse poço estava gelada e era colocada através de um tubo situado no meio da piscina. O resultado é que, nos dois extremos da piscina, a água podia estar a uns confortáveis 23 graus, mas no meio estava a 16 graus. Nadar ali nessas alturas era uma aventura.

Entre Fevereiro de 1975 e Setembro de 1977, vivi em Coimbra.

Já neste século, essa piscina foi demolida, para dar lugar a um centro comercial, tendo outra piscina sido construída no que fo durante muitos anos um parque de estacionamento para o vizinho estádio municipal.

Do outro lado do parque de estacionamento fica o Liceu Infanta Dona Maria, onde estudei entre 1975 e 1977 e fiz o 4º, o 5º e o 6º ano do liceu. Estava um pouco delapidado, mas serviu. Hoje é suposto ser chiquérrimo.

A piscina de Coimbra nos anos 50 do século passado.

Novembro 2, 2010

INFANTIS DO CLUBE ACADÉMICO DE COIMBRA, ANOS 70

Os nadadores infantis do CAC. Jaime Lobo está à direita.

DULCE GOUVEIA, JOSÉ SACADURA E MANUELA MENDES SILVA, 1975

Todos do Clube Académico de Coimbra, onde José Sacadura treinou.

Coimbra, 1975: Dulce Gouveia, José Sacadura e Manuela Mendes Silva.

JAIME LOBO

Filed under: 1980 anos, Jaime Lobo (treinador), NATAÇÂO CAC COIMBRA — ABM @ 1:45 pm

Nos anos 70, Jaime Lobo treinou no Clube Académico de Coimbra.

O prof. Jaime Lobo, uma instituição da natação conimbricense. Já tem piscina com o nome dele e tudo.

Older Posts »

Site no WordPress.com.