THE DELAGOA BAY COMPANY

Janeiro 7, 2017

O Delagoa Bay Company em 2017

Depois de um intervalo, e de um curto periodo em que esteve “fechado”, o The Delagoa Bay Company volta em 2017, de novo acessível a todos os que se derem à maçada de o ler. Aqui quase nada de novo, tudo mais ou menos na mesma, desde a sua abertura em 2010. Mais umas fotos, mais umas conversas ao desafio. À meia dúzia de apreciadores, saudações. Este ano há mais.

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Jovens sentadas na pista de atletismo do Estádio Salazar em Lourenço Marques, durante o Festival da Juventude, que assinala o encerramento do ano escolar em Moçambique, Junho de 1971. Foto gentilmente cedida pelo PPT.

Dezembro 25, 2011

ENCONTRO DE NATAL COM O GRANDE TENISTA SR. ANTÓNIO TRINDADE

Esta nem inventada.

Na véspera de Natal fui comer um sorvete com os meus amigos de infância Sotero e Paulo Morgado (filho e sobrinho dos Engenheiros Morgado que muita obra fizeram em Moçambique e meu colega na então Escola Rebelo da Silva) e depois fomos ao Café e Cozinha do Campo, do Luis Feio, que fica em Carcavelos, para dizer olá ao Luís e à família. O Luis também é de Moçambique e a comida é boa e a hospitalidade…bem, sabem como é – do melhor.

Estávamos lá sentados quando pela porta entra nada menos que António Trindade, campeão e figura incontornável do ténis em Moçambique antes da Independência. O Luis conhecia-o bem de vista mas não conhecia as suas credenciais desportivas, que incluem o Sr. Trindade ser actualmente (78 anos) campeão do ténis de Masters de Portugal.

Desavergonhadamente, corri a cumprimentá-lo e tirei as fotos em baixo.

Foi a primeira vez que conheci pessoalmente o grande Campeão – uma verdadeira surpresa e uma grande prenda de Natal.

Pedi ao Sr. Trindade umas fotografias suas para colocar aqui, ao que ele gentilmente acedeu.

Sotero Freitas, Paulo Morgado e ABM.

 

O Sr. António Trindade entre ABM e Paulo Morgado.

 

Mais uma foto com o grande campeão de ténis.

 

EURICO PERDIGÃO E AMÉLIA SAMPAIO CELEBRARAM ANIVERSÁRIOS A 24.12.2011

Leonel Gomes, Eurico Perdigão, sua mulher Filomena, Dulce Gouveia, Marcela Forjaz e Amélia Sampaio.

Eurico Perdigão, que foi um dos treinadores mais memoráveis do Grupo Desportivo Lourenço Marques, e mais tarde no Sport Algés e Dafundo, completou hoje 80 anos de idade.

Amélia Sampaio (Cerqueira), que nadou nos Velhos Colonos, completou 31 anos de idade (em cada pé).

Assim, para se assinalar a ocasião, uma pequena delegação deslocou-se a Linda-a-Velha esta manhã para assinalar as efemérides.

A reportagem fotográfica, com agradecimentos ao Carlos Oliveira:

O cartão com as dedicatórias, incluindo as por procuração.

Eurico Perdigão na sua casinha no Desportivo LM, foto completamente restaurada. Anos 1960.

A famosa "Carta Aberta a um Jovem Nadador". Na ocasião, li um curto texto intitulado "Carta Aberta a Um Velho Treinador".

Eu a fotografar o cartão de parabéns enquanto a Dulce Gouveia escreve e a Amélia Sampaio preside e bebe um café.

O Sr. Leonel Gomes, que também foi meu treinador, inscreve a sua mensagem.

O bolo de aniversário.

Os Drs. Marcela e Victor Cerqueira.

O Sr. Perdigão entra na sala, sem sonhar que estávamos lá.

Perdigão e Filomena obervam meio incrédulos enquanto todos cantamos "parabéns a você."

Perdigão e Filomena escutam enquanto nós desafinamos a cantar.

Leonel e Dulce entregam prendinha de anos.

Perdigão observa enquanto pensa "aqui está um tipo a fazer 80 anos e estes gajos oferecem-me um livrinho".

Perdigão e Dulce analisam o livro oferecido, que é uma compilações de recordes mundiais.

Perdigão abre o cartão de parabéns enquanto rodeado por Leonel, ABM, Dulce, Victor e Amélia.

Perdigão lê o cartão.

Perdigão comenta o cartão.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Foto de grupo.

Perdigão e Amélia, os aniversariantes.

Perdigão e Amélia.

Perdigão e Dulce Maria.

ABM e Perdigão.

ABM e Perdigão.

Perdigão e Dulce Maria.

Com os óculos da Marcela, ABM lê "Carta Aberta a Um Velho Treinador.".

Mais um momento da leitura do texto.

Fim do discurso.

O fio dos óculos prendeu-se na cadeira...

Perdigão manda-me fazer mais 1500 metros mariposa de castigo.

Cantando mais uma vez "parabéns a você", desta vez para soprar as velas no bolo.

Uma neta do Perdigão corta o bolo.

Brinde com champanhe.

Brindando.

Ainda trocando brindes, Leonel à direita.

Fim do brinde.

 

E como nunca é demais, aqui mais fotos da solene ocasião:

Dezembro 20, 2011

SUBIR AO OLIMPO, AGOSTO DE 1996: UMA CRÓNICA DE ABM

Este artigo, que escrevi numa noite de verão em 1996 quando, logo após os jogos olímpicos em Atlanta, alguma imprensa portuguesa se abateu sobre os alegados insucessos dos atletas portugueses naqueles jogos, foi publicado no Diário de Notícias de Lisboa em 5 de Agosto de 1996. Há maningue tempo mesmo.

Deve ser lido com uma pinta de ironia. Como não podia deixar de ser.

 

 

Dezembro 4, 2011

UMA NOTA DE ABM SOBRE O RACISMO NO DESPORTO MOÇAMBICANO NO TEMPO COLONIAL

Copio para aqui, com alterações menores, um comentário que fiz em resposta ao comentário do nosso amigo da caneta René Boezaard (holandês, não conheceu Moçambique antes da Independência mas que conhece muito bem a realidade desportiva moçambicana recente) de que cada um parecia ter a sua verdade na questão de haver racismo em relação ao Eusébio no Sporting Clube de Lourenço Marques por ele (Eusébio) ser preto num clube de brancos (pois essa é a questão em análise, não o racismo em geral):

Não sei René. As coisas eram como eram no tempo colonial e o facto é que tipicamente as poucas cidades moçambicanas eram esmagadoramente habitadas por brancos. Logo, a maioria dos clubes situavam-se nas cidades, enquanto que as perifierias eram esmagadoramente habitadas pela população de raça negra.

Em termos de sócios, os clubes reflectiam essa realidade (falo dos anos 60 e 70 – nasci em 1960) mas NÃO (e aí concordo com o Sr. Braga Borges) em termos de atletas e muito menos de atletas de raça negra de talento no futebol, que na minha opinião, podiam ir para onde bem quisessem. Sim, os atletas negros (as suas famílias) tipicamente eram muito mais pobres pelas razões sócio-económicas conhecidas. Mas para teres ideia, eu, que sou branquinho da Silva e que sempre vivi na Polana, nadava no Desportivo, e sempre só tive um fato de banho. A minha roupa tinha duas mudas, um par de sapatilhas e um de sapatos.

A ideia de que os brancos viviam em Moçambique num mar de luxúria e os negros num mar de miséria é extremamente relativa e deve ser contextualizada, o que, por razões ideológicas e de perspectiva, tende a ser descurado. A maior parte dos brancos que iam viver para Moçambique iam com uma mão à frente e outra atrás e a riqueza que acumulavam era acumulada através do trabalho. Até quase aos anos 1970 não havia uma universidade em Moçambique – nem para brancos nem para pretos.

Adicionalmente, tirando o futebol, a maior parte dos desportos praticados eram praticados por brancos, por razões mais culturais dos brancos de Moçambique que outra qualquer. Em Moçambique praticava-se muito mais desporto e fazia muito mais parte da cultura local e da rotina das pessoas que em Portugal, mesmo ainda hoje. A população negra de Moçambique nem por isso praticava desporto, apesar de nos anos 60 a situação estar a mudar muito rapidamente. Por exemplo, no Distrito de Lourenço Marques em finais dos anos 60 o desporto já era uma parte importante do currículo escolar e estava dotada com infra-estruturas desportivas, o que em Portugal não acontecia.

Tendo dito isto, creio que, claro que, na estrutura social e de poder os negros moçambicanos não tinham quase nenhum voto na matéria. Eram cidadãos de 2ª e 3ª classe e frequentemente desrespeitados e abusados. O racismo era endémico e inerente em relação a tudo o que se fazia. Eu creio que isso se estava a alterar e alteraria mais até ao final dos anos 70, tivesse o arranjinho colonial perdurado mais uns tempos até a uma independência que não havia dúvida havia de acontecer e teria de acontecer. Mas tudo acabou com um enorme “bang” em 1974, sob a égide dos senhores Comité Central da Frelimo, que tinham ideias peregrinas sobre o que fazer.

Voltando aos clubes, lembro-me de, por exemplo, no princípio dos anos 70, o Desportivo, o clube onde eu cresci, ter feito esforços para recrutar mais sócios, não descurando os sócios de todas as proveniências raciais e sócio-económicas, que era algo que especificamente me lembro. Se não me engano as quotas nessa altura eram uns 100 escudos por ano, o que era praticamente de borla.

Não sei como era no Sporting em termos de sócios. Mas imagino que havia clubes (Clube de Pesca, Clube Marítimo, Clube Militar, Clube de Golfe da Polana, Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra, Grémio) não houvesse muitos sócios negros. Mesmo para os padrões económicos mais elevados dos brancos, esses eram clubes caros e de elite. Mas esses clubes especializavam-se em poucos desportos caros e tinham um cariz social muito mais acentuado que os restantes.

Mas mesmo aí duvido que o critério de acesso fosse o da cor de pele. Acho que era mais a côr do dinheiro e as afinidades dos sócios. Num contexto de uma sociedade racialmente empolada, em que como, uma vez referiu o meu caro Dr. Mário Machungo, no princípio dos anos 70, um negro que quisesse alugar um apartamento na Polana…simplesmente não acontecia.

Ou, como uma vez me relatou serenamente o Sr. Eurico Perdigão, que me treinou no Desportivo, quando uma vez levou o seu mainato (negro) ao Hospital Central Miguel Bombarda às urgências uma noite já não me lembro bem porquê, ele quase que teve que dar um murro em quem o atendeu pois queriam chutar o jovem nem sei bem para onde porque ele era preto (para que conste, ele foi atendido e tratado ali, mas o Sr. Perdigão referiu ter a certeza de que se ele – um branco – não tivesse ido com ele ao hospital, e insistido, isso nunca teria acontecido.

E esta é a “minha” modesta verdade.”

Quanto à natação, que ambos conhecemos, e que pratiquei no Desportivo até 1975, quando fui estudar para Coimbra, sim, quase não havia nenhum nadador negro em LM nos anos 60 e 70 – mas isso era necessariamente “racismo”? explica lá isso. Afinal, o que é “racismo”? ainda hoje se alguém for a Maputo, a natação é um desporto urbano e de elite. E no tempo colonial a elite era esmagadoramente branca.

Para além de que, por razões que nunca estudei, em geral e em todo o mundo as pessoas de raça negra, que limpam o sebo a tudo e todos em atletismo, basquet e muitos outros desportos, são notoriamente omissos dos livros de recordes em natação. Mas eu acho que é uma questão de tempo e de oportunidade e eles e elas vão aparecer.

Como acima refiro, os padrões de prática desportiva em Moçambique reflectiam os padrões sócio-económicos que sim, reflectiam uma estrutura inerentemente racista. Mas não por si só e em absoluto. No resto de Moçambique hoje em dia ainda não se pratica tanto a natação, em boa parte simplesmente porque as piscinas que há são as que se fizeram há 50-60 anos, estão num estado duvidável e por maioria de razão continuam situadas no meio das cidades.

Creio que isso acontece em parte também porque é imensamente mais barato jogar à bola ou correr do que jogar ténis, correr carros, nadar ou jogar golfe.

No caso acima abordado, estamos ainda por cima a falar de descriminação contra o Eusébio (entrevista à Ùnica, Novembro de 2011), um expoente de talento que marcou o mundo e cujo valor já em 1958 quem estava nos meandros do futebol em Lourenço Marques reconhecia. A ideia de que ele terá sido maltratado ou menosprezado por ser preto (saliento que ele é mulato, o pai dele era branco de Angola e morreu em Moçambique quando ele era miúdo), ainda por cima no futebol, cujas putativas barreiras raciais já haviam sido brilhantemente escancaradas por muitos outros antes dele, parece-me ser um pouco peregrina. Que havia (e há, não te enganes) racismo nem é tanto a questão. Afinal, quase que aposto que em 1959 o Sporting de Lourenço Marques não devia ter um sócio preto. Mas o Eusébio ter sido prejudicado por isso?

Eu duvido.

Mas ele lá sabe.

Junho 8, 2011

RESULTADOS DO 1º CAMPEONATO ABERTO DE MOÇAMBIQUE EM NATAÇÃO, MARÇO DE1974

Recortes gentilmente cedidos pelo Armando Nunes, que nadou pelo Clube Náutico da Beira.

 

Recorte 1.

 

Recorte 2.

Maio 13, 2011

ANTÓNIO BOTELHO DE MELO, COIMBRA, 1976

Na piscina municipal de Coimbra, princípio do verão de 1976.

Abril 4, 2011

RESULTADOS DO TORNEIO DE PREPARAÇÃO EM LM, ANOS 70

Recorte gentilmente enviado por Fernando Moreira.

 

NUMA PROVA DE NATAÇÃO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 70

Foto enviada por Moreira.

 

António Botelho de Melo, prova de mariposa.

Abril 2, 2011

NADADORES DO DESPORTIVO LOURENÇO MARQUES, 1967

A versão com mais resolução desta fotografia foi generosamente enviada pela Lucília (Vieira) Domingos, bem como a identificação de muitos dos nomes.

Quem souber mais nomes ou quiser fazer correcções, agradeço que escreva para aqui.

O pessoal do Desportivo em 1967. Para ver a foto em maior detalhe, prima duas vezes nesta fotografia

A mesma fotografia mas numerada. A chave encontra-se em baixo.

01 a 10

01 – Anabela Gouveia, 02 – Alice Aleixo, 03 – ?, 04 – Margarida Mata, 05 – ?, 06- ?, 07- ?, 08- Fernando Morais (primo da Suzana, Vasquinho, Zé), 09 – António Sacadura (“Sodas”), 10 – ?

11 a 20

11 – Domingos Campos Ferreira, 12 – ?, 13 – ?, 14 – ?, 15 – João Vieira, 16- ?, 17- ?, 18- ?, 19 – ?, 20 – ?

21 a 30

21 – ?, 22 – ?, 23 – Helena Ho?, 24 – José Rodrigues, 25 – ?, 26- ?, 27- ?, 28- Vitor Mata ?, 29 – ?, 30 – ?

31 a 40

31 – ?, 32 – ?, 33 – Victor Cerqueira, 34 – Paula Botelho de Melo, 35 – Fernando Botelho de Melo, 36- ?, 37- Eugénia Loureiro, 38- ?, 39 – ?, 40 – ?

41 a 50

41 – ?, 42 – ?, 43 – ?, 44 – Profª Maria Conceição Gourinho Oliveira, 45 – ?, 46- ?, 47- João Rodrigues, 48- ?, 49 – ?, 50 – ?

51 a 60

51 – ?, 52 – ?, 53 – ?, 54 – ?, 55 – Cló Botelho de Melo, 56- Ana Paula Pinto ?, 57- Mário Rui Resende, 58- ?, 59 – ?, 60 – ?

61 a 70

61 – Sr. Carlos Carvalho (Seccionista)?, 62 – Lígia Rodrigues, 63 – Teresa Gourinho Oliveira, 64 – ?, 65 – ?, 66- Leonel Gomes, 67- ?, 68- ?, 69 – ?, 70 – ?

71 a 80

71 – ?, 72 – ?, 73 – ?, 74 – ?, 75 – ?, 76- Eurico Perdigão, 77- Bernardete Campos, 78- ?, 79 – ?, 80 – ?

81 a 90

81 – ?, 82 – ?, 83 – ?, 84 – ?, 85 – ?, 86- ?, 87- ?, 88- ?, 89 – Nelson Silva, 90 – Emiliano de Sousa (Victor Cerqueira dixit)

91 a 98

91 – Vasco Abreu, 92 – Dulce Gouveia, 93 – Suzana Abreu, 94 – Maria Paula Valadão, 95 – Manuela Gourinho Oliveira, 96- ?, 97- António Botelho de Melo, 98- ?


Março 24, 2011

RUI PRATA RIBEIRO E ABM, ANOS 80

Jovem de Nampula, nadou depois em Coimbra, onde ainda vive.

A foto, tirada nos anos 80, numa visita minha à cidade.

Rui Prata Ribeiro e ABM, Abril de 1982. Em casa do Dr. Cabrita.

Março 22, 2011

VIRIATO DA SILVEIRA, 2010

Sertório Silveira, irmão de Viriato da Silveira, foi nadador. Aqui, no encontro dos antigos nadadores de Moçambique em 2010, com ABM.

 

Sertório Silveira e ABM.

 

 

Março 3, 2011

ANTÓNIO BOTELHO DE MELO, 1973

ABM com algumas medalhas, foto publicada na revista comemorativa do 52º aniversário do Desportivo LM, 1973.

ABM COM CARLA ABREU EM COIMBRA, 1980

Carla Abreu é a irmã mais velha do nadador Rui Abreu, o melhor nadador de Moçambique até esta data.

António Botelho de Melo e Carla Abreu em Coimbra, na então sede do Clube Académico de Coimbra, 1980.

Fevereiro 21, 2011

ANTÓNIO E CLOTILDE BOTELHO DE MELO NOS AÇORES, 1972

Após nadar nos Campeonatos Nacionais de Infantis no Porto (onde fiquei alojado num Colégio Brotero deserto com o Rui Abreu e a nadadora Graça Guimarães, que era de Angola), visitei os Açores (de onde vêem os Botelhos de Melo) pela primeira vez. Longa história, a dessa visita. Um dos aspectos interessantes era que, nas férias,  eu naquela altura normalmente andava vestido como se vê em baixo, o que foi um choque total para os meus avós, pois naquela altura NINGUÉM em São Miguel andava na rua descalço, com calções de caqui e uma t-shirt. Quando a minha avó, falhando em me conseguir fazer vestir outra coisa, me apresentava a alguém, dizia sempre, baixinho: “é um filho do Manuel, ele vem de África, eles lá andam assim…”.

Cló e ABM, Agosto de 1972, em Ponta Delgada, São Miguel, Açores.

 

NADADORES DE MOÇAMBIQUE NO ALGÉS, 1973

Na piscina do Sport Algés e Dafundo em Portugal, 1973. Da esquerda: Ana Banha, António Botelho de Melo, Cló Botelho de Melo e Dulce Gouveia.

Janeiro 11, 2011

EQUIPA 3 HORAS DE LOURENÇO MARQUES A NADAR, 1974

Esta foto foi gentilmente enviada por Fernando Brito.

Em baixo, a seguir à foto principal (que pode ser vista em maior detalhe premindo com o rato duas vezes) estão as fotos de detalhe da foto principal. Quem souber os nomes de pessoas mal ou não identificadas, por favor escreva para aqui, indicando qual a foto de detalhe e a localização da pessoa.

A equipa que nadou no primeiro evento "3 Horas de Lourenço Marques a Nadar", no primeiro trimestre de 1974.

Detalhe 1. Em cima: Vasco Abreu, (?). Em baixo: Floro Miguel Miranda e Fernando Brito.

Detalhe 2. Em cima: (?), Eugénio. Em baixo: Fernando Brito, Jorge Moreira, (?).

Detalhe 3. Em cima: (?), Paula Roque, (?), (?). Em baixo: (?), Nelson Oliveira, (?), (?).

Detalhe 4. (?1) (?2) (?3) (?4) (?5) (?6)

Detalhe 5. (?1) (?2) (?3) e (?4).

Deatlhe 6. Em cima, Fernando Brito. Em baixo Rogério Silva.

Detalhe 7. Em cima Rogério Silva, Carlos Diniz. Em baixo, (?2).

Deatlhe 8. Em cima, Luiz Diniz, (?1). Em baixo, Dulce Gouveia, (?2).

Detalhe 9. Em cima, (?1), (?2), (?3). Em baixo (?1), Pai Santos e o filho Mário Santos.

Detalhe 10. Em cima (?1), (?2), (?3), (4). Em baixo: (?1), (?2), (?3).

Detalhe 11. Em cima, (?1), e o grande jogador de hóquei Abílio, (?3). Em baixo (?1), (?2), Carlos Oliveira, (? - filho mais novo do Rui Ferreira da UFA)

Detalhe 12. Em cima, (?1), (?2), Cruz e Silva, que foi ponta esqeurdo do Sporting LM e (?4). Em baixo, (?).

Detalhe 13. (?)

Detalhe 14. Em cima, (?1), Dulce Gouveia, (?2). Em baixo, (?3), (?4), Lídia Gouveia.

Detalhe 15. (?1) (?2) (?3)

Detalhe 16. Lídia Gouveia, António Botelho de Melo, Helena Santos. Em baixo, Licínio Oliveira.

Detalhe 17. Em cima: Helena Santos, Anabela Gouveia, João Meireles, (?1). Em baixo, (?2).

Detalhe 18. Em cima, (?1), Carla...., (Jaime Santos), (?2). Em baixo, Paula Botelho de Melo, José Luis Ribeiro.

Detalhe 19. Rodrigo Tudela, irmão do João Maria Tudela, (?2)

Detalhe 20. Em cima, (?1), 2ª fila (?2), (?2), Carlos Lopes Pereira.

Detalhe 21. (?1), (?2), Lídia Gouveia.

Deatlhe 22. Licínio Oliveira.

Detalhe 23. (?)

Detalhe 24. Paula Botelho de Melo.

Detalhe 25. Cló Botelho de Melo, Pierre Jeanrenaud e Olímpia Ótão.

Detalhe 26. Olímpia Ótão, Celeste Ótão, (?). Atrás, Carlos Lopes Pereira.

Detalhe 28. (?), Arnaldo Cunha.

Janeiro 10, 2011

RESULTADOS DE PROVAS REALIZADAS NO DIA 24 DE JANEIRO DE 1974

Este recorte foi gentilmente enviado por Fernando Brito.

Resultados de provas realizadas no dia 25 de Janeiro de 1974

A CLASSIFICAÇÃO DOS NADADORES DE MOÇAMBIQUE, 1974

Recorte gentilmente enviado por Fernando Brito.

ANTÓNIO BOTELHO DE MELO NA SUÍÇA, 1975

Foto e texto gentilmente enviados por Fernando Brito.

António Botelho de Melo em 1972. A foto aparece num artigo de jornal em LM em 1975...

Por baixo da foto, o texto do artigo publicado no Noticias em Junho de 1975, noticiando a minha participação nos Campeonatos da Europa de Júniores, em Genebra, na Suíça.

Janeiro 8, 2011

MENS SANA IN CORPORE SANO

David, por Michelangelo.

Este texto é da autoria do Prof. Rui Baptista, que marca presença habitual no blogue De Rerum Natura.

Inicialmente, a um post de António Botelho de Melo, intitulado “Clube Académico de Coimbra”, 1975 ( 7.Fev.2010), foi minha intenção endereçar este pequeno texto sob a forma de comentário. Pedindo ao seu autor que reproduza novamente aqui a fotografia que acompanhou o respectivo post [vide abaixo], bem ou mal, entendi merecerem estas minhas mal alinhavadas linhas um destaque maior que um simples comentário.

O leitor interessado em factos do desporto nacional (tenham eles ocorridos na Metrópole ou no antigo Ultramar Português) certamente acolherá favoravelmente esta minha decisão, a decisão de um moçambicano do coração, natural da Luanda, filho de pais de um Portugal europeu, que veio viver e refazer a sua actividade profissional em acolhedoras margens do Mondego que mitigaram, apenas, as saudades da belíssima Cidade das Acácias (Lourenço Marques) em terras do Índico.

Vem isto a propósito de, há meses atrás, ter assistido a uma interessante palestra da Professora Eugénia Cunha, docente da Universidade de Coimbra. Mal sabia eu estar em presença, para além de uma prestigiada académica, de uma destacada nadadora coimbrã. Prova evidente do casamento perfeito entre a matéria que se diz pensante e o resto do corpo.

Aliás, Ernest Krestchemer, médico psiquiatra e doutor “honoris causa” em Filosofia, o reforça: “O homem pensa com o corpo todo”. Por seu lado, contrariando o dualismo cartesiano, “res cogitans”/ “res extensa”, Jean-François Lyotard, filósofo da nossa contemporaneidade, não hesita em criticar todos aqueles que defendem que ” toda a energia pertence ao pensamento que diz o que diz, que quer o que quer; a matéria é o fracasso do pensamento, a sua massa inerte, a estupidez”. Sem me que querer alongar, respaldo-me, por último, numa figura da vida cultural portuguesa do século XX, Almada-Negreiros: “É preciso criar a adoração dos músculos”.

A equipa de natação do Clube Académico de Coimbra em 1975. Eugénia Cunha está sentada à esquerda.

Dezembro 11, 2010

O GRANDE ANTÓNIO BRASSARD

As fotos mais antigas vieram e podem ser encontradas no magnífico sítio do Rogério Carreira.

O Sr. Toni Brassard posa no Hotel Baía em Cascais no dia 10 de Dezembro de 2010.

A grande nadadora Dulce Gouveia com António Brassard.

ABM e Toni Brassard. Que me disse que o pai Melo foi seu treinador no 1º de Maio no tempo das outras cantigas.

Há uns tempos, o Sr. Brassard com Rogério Carreira.

António Brassard quando jogava na Associação Académica de Coimbra.

A equipa da Associação Académica de Coimbra no tempo em que Brassard jogou lá.

A Selecção de Moçambique. Não sei o ano nem os restantes nomes, mas António Brassard está aqui.

António Brassard é o pai de outro grande jogador nascido em Moçambique, Fernando Brassard.

Dezembro 2, 2010

ALMOÇO EM HONRA DE SUZANA ABREU BARROS, NOV. 2010

Mais algumas imagens do almoço promovido em Novembro de 2010, na ocasião da visita de Suzana Abreu Barros a Portugal, estas tiradas pelo Prof. José Sacadura.

Suzana Abreu Barros.

Suzana Abreu Barros e ABM.

Eurico Perdigão, Dulce Gouveia, Suzana Abreu Barros, ABM, Victor Cerqueira, Amélia Sampaio Cerqueira e Carlos Oliveira.

Eurico Perdigão, Dulce Gouveia, Suzana Abreu Barros, ABM, Victor Cerqueira, Amélia Sampaio Cerqueira e José Sacadura.

Dulce Gouveia e Suzana Abreu Barros.

Dulce Gouveia, Suzana Abreu Barros e ABM.

Novembro 30, 2010

OS IRMÃOS BOTELHO DE MELO NO DESPORTIVO

No relvado da piscina pequena do Desportivo, Anos 60.

Para ver em tamanho maior, prima duas vezes na fotografia.

Da esquerda: Paula, ABM; Fernando, Cló, Francisco, Mesquita, Manuela. Na verdade somos oito mas a oitava (Margarida) não estava aqui

Novembro 21, 2010

PON YING COM DUAS GERAÇÕES DE BOTELHOS DE MELO, 1968 E 2010

Duas gerações de Botelhos de Melo com Pon Ying: aqui ABM com o grande jogador de futebol em Lisboa, em Novembro de 2010...

...e aqui o Pai Botelho de Melo em 1968, o primeiro de pé à esquerda, quando foi treinador do 1º de Maio, com Pon Ying, o primeiro de joelhos a contar da esquerda. Em Moçambique.

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