THE DELAGOA BAY COMPANY

Janeiro 3, 2012

VASCO ABREU (PAI) ATLETA, SÓCIO E DECANO DA FAMÍLIA ABREU DO DESPORTIVO

…. e piloto da DETA e da LAM até 1980.

Com D. Rute Abreu, pais de José, Rui, Vasco e Suzana Abreu, todos atletas do Desportivo.

E amigos para uma vida.

Foto e recorte restaurados por mim. Para ver as mesmas em tamanho máximo, prima na imagem que quiser ver duas vezes com o rato do seu computador.

Para mais dados sobre ele e a aviação em Moçambique, visite o excelente blogue Voando em Moçambique, gerido por Luisa Hinga e o Sr. Comdte José Vilhena.

Vasco Abreu, piloto da DETA/LAM e patriarca da Família Abreu no Desportivo. Aqui nos anos 1960.

Recorte do jornal Diário de Lourenço Marques, 10 de Novembro de 1973, dando notícia da chegada à cidade de mais um Boeing 737 para as então já denominadas Linhas Aéreas de Moçambique.

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Julho 28, 2011

FALECEU CARLOS BORGES, HOQUISTA DO DESPORTIVO, EM JOANESBURGO

Carlos Borges de joelhos, o primeiro à esquerda.

Carlos Borges com os imortais do hóquei do Desportivo, aqui o segundo a contar da direita, de joelhos.

Recebi esta tarde (28 de Julho de 2011) a seguinte mensagem do Vasco Abreu, que muito agradeço:

Meus queridos amigos,

Lamento informá-los que o Carlos Borges, grande jogador de hóquei do Desportivo, faleceu esta noite aqui em Joanesburgo. Este verdadeiro “gentleman”, um Desportista que além de grande jogador era também correctíssimo no seu trato dentro e fora dos campos, travou uma dura batalha contra uma leucemia, que o atacou há cerca de 22 meses. Não resistiu agora a uma pneumonia, que oportunísticamente o levou do nosso convívio.

Tive o privilégio de o considerar um amigo e de ter convivido com este grande Senhor do nosso Hóquei. Paz à sua Alma!

Vasco Abreu

Apresenta-se aqui as condolências à família e amigos. Quem tiver mais fotografias do Carlos peço que mande para aqui para ajudar a perpetuar a sua memória, como homem e como atleta exemplar.

Maio 31, 2011

O GRUPO DESPORTIVO DE MAPUTO COMPLETA HOJE 90 ANOS

Filed under: 1920 anos, 2010 anos, Desportivo, L.MARQUES/MAPUTO, Vasco Abreu — ABM @ 3:56 am

Vasco Abreu sentado no pedestal de não sei quem à entrada do Desportivo Lourenço Marques, actualmente Grupo Desportivo de Maputo, que hoje completa noventa anos de existência.

O dia 31 de Maio de 1921 é considerado a data em que o Desportivo de Maputo foi fundado. Até pouco após a Indepdnência de Moçambique em 1975, o clube ostentou o nome, não da cidade em si, mas do homem considerado historicamente uma referência por ter visitado e explorado a zona durante os meados do século XVI – um senhor comerciante qualquer chamado Lourenço Marques.

A cidade teve e tem grandes clubes que possuem um percurso e glórias de destaque. O Desportivo não fica atrás, em particular por ter sido um clube que cultivou o convívio e o desporto com uma atitude e uma abertura que não eram do seu tempo. Quando a raiva anti-colonial, anti-portuguesa e (a meu ver) racista e oportunista dos líderes da guerrilha, chegaram à cidade em meados de 1974, uma das consequências quase imediatas foi a sucessiva e metódica destruição de tudo o que fosse simbólico e substantivo de um passado que então era ainda presente, quase subitamente fora decretado proscrito.

Mais do que tudo, as pessoas foram o alvo de um regime que redefiniu a moçambicanidade nos seus próprios termos e que embarcou numa aventura sem precedente na sua história, cunhada nos tresloucados ditames dos ditadores criminosos Mao e Pol Pot, de virar o mundo  do avesso e assim forjar o novo Homem Moçambicano.  À guerra para atingir a autonomia dos portugueses, seguir-se-ia outra, agora para libertar o Sul de África do jugo do homem branco e os nascentes moçambicanos dos seus próprios fantasmas. A sociedade colonial, já de si em significativa mudança e sob pressão dos eventos, desmoronou-se numa questão de poucos meses.

Ficou um deserto, para ser colonizado pelos amigos socialistas e pelos Senhores do Poder.

O caso com os clubes, como o Desportivo, não foram excepção. As pessoas fugiram. ou foram-se embora, consoante a interpretação de cada um. Ficaram as instalações, as salas dos troféus recheadas, as memórias, alguma ambição, e a ideia de que havia um residual que talvez valesse a pena manter, todos sujeitos à nova realidade, que quase nada tinha que ver com o passado. O património não material de quase todos foi praticamente obliterado, esterilizado das ligações que alguns tinham com clubes portugueses e do seu passado. Por um tempo, fez-se uma reorganização à moda comunista, com a gestão dos clubes atribuídas a ministérios, ao exército e organizações afins.

Apesar de tudo, algo do passado ficou no Desportivo, fruto, alguns argumentam, talvez algo exaustivamente, das suas credenciais algo diferentes – de que não era tão racista como isso, de que não era tão colonialista como isso, de que continha elementos proto-independentistas. de que, num episódio que é célebre para quem conhecia bem o clube, se recusara filiar-se com um clube de Portugal.

Tudo isso, de alguma forma. me faz bocejar, ainda que invariavelmente os argumentos todos, de um lado e de outro da paliçada histórica e ideológica, possam ter algum fundamento.

De facto, creio que a única homenagem que conheço no clube, na forma de um pequeno monumento situado directamente em frente à entrada principal do clube (que foi rapidamente retirada e as inscrições retiradas do pedestal à picareta) terá sido dedicada ao homem que liderou o processo de que resultou que a identidade do clube não ficasse associada a um clube de Portugal.

Mas não sei. A minha amiga Lucília, que tem uma memória de elefante, pensa que possa ser dum governador-geral, Gabriel Teixeira, um madeirense, que ocupou a Ponta Vermelha durante vários anos, e que em 24 de Julho de 1949 inaugurou a então piscina olimpica.  pois o busto, que se soltava e que eu uma vez atirei para a parte funda da piscina (ia levando uma coça do Faz-tudo e a seguir do pai Melo) era de um militar. Portanto não devia ser do Sr. Paulino dos Santos Gil, um dos grandes benefactores do clube de então, e que ofereceu o terreno onde ainda se situa o estádio de futebol que supostamente (e se assim, milagrosamente) ainda ostenta o seu nome.

A verdade é que eu ainda hoje não sei quem é, porque enquanto esteve lá, mesmo à frente de toda a gente, ironia das ironias, nunca prestei a atenção suficiente para sequer ler o que lá estava escrito.

É a estátua que se vê de lado, lá em cima, e à qual o então pequeno Vasco Abreu, da grande família do Desportivo dos Abreus, estava encostado quando o pai tirou a fotografia.

Naturalmente que não foi este exemplo, nem é este homem, aquilo que merecesse o mínimo respeito dos novos senhores do País. Pelo contrário. A linha argumentativa predilecta é que o que existia e o que foi feito foi ou roubado ao povo moçambicano ou extorquido pela via da repressão, tout court.

Portanto o que aconteceu, copiando dum termo que acho engraçado e que foi muito usado na altura da venda de uma certa barragem no Norte, terá sido apenas uma reversão.

Mas apesar de não ter sequer havido a pretensão de uma passagem de testemunho, antes uma tentativa “revolucionária” de refundação, ficou qualquer coisa. Alguém insistiu, e conseguiu, com que o clube não mudasse de nome, algo que em Maputo só conheço o caso do Ferroviário, outro grande clube moçambicano, que tinha por detrás o vasto complexo dos CFM, e o Clube Naval, que suponho era difícil chamar outra coisa qualquer. Houve ali um mínimo de evolução na continuidade, com o grande Sr. José Craveirinha, os Cabaço, o Sr. Gaspar e vários outros (essa história ainda tem que ser escrita, penso). Ficaram as cores alvi-negra na sua bandeira, e saiu uma águia e entrou outra. Para quem vivia a paranóia da simbologia, grandes concessões foram estas.

Mas, mais que tudo, ficou a vontade e o espírito.

Hoje, volvidos todos estes anos, e começando Moçambique a entrar numa fase de crescente normalidade, em que o passado cada vez mais dificilmente pode ser equacionado com a mesma têmpera com que foi nos anos loucos que sucederam imediatamente à Independência, regressa um maior equilíbrio. Maputo, agora correctamente, celebra o seu aniversário não quando Samora Machel proclamou num comício a sua mudança de nome, mas quando um colono qualquer, a mando de Lisboa, a elevou a cidade em 1887.

Assim, o Desportivo celebra hoje 90 anos desde que foi fundado.

Em Portugal, onde muitos dos antigos sócios e atletas passaram a viver após meados dos anos 70, ainda hoje há reuniões anuais do clube. O ano passado, um membro da actual direcção do Desportivo de Maputo esteve numa dessas reuniões. Ali, até sugeriu criar-se uma “Casa do Desportivo” de Maputo em Portugal. Foi um gesto simbólico, foi simpático até, mas tapar o fosso do que aconteceu não é coisa fácil, especialmente para este grupo de pessoas.

O que existe em Maputo não é ainda, e duvido que alguma vez o venha a ser, o Desportivo que eu conheci e onde cresci. O Desportivo era sobretudo as pessoas que o frequentavam, o que faziam e os valores que ostentavam. Não era sobre as instalações.  Depois de quase quarenta anos, todos nós seguimos os respectivos percursos. A vida não pára. Mas há lá alguma coisa de nós todos que lá estivemos naquelas pedras e ainda nalgumas pessoas.

E vai haver sempre algo do Desportivo dentro de mim e de outros.

Por tudo isso, hoje considero apropriado fazer um brinde. A tudo o que foi, a tudo o que é.

E principalmente a tudo o que todos podemos vir a ser, neste caso nós e os nossos filhos.

Brindo, mais que aos 90 anos do Desportivo que foi Lourenço Marques e que é “de” Maputo, à resiliência dos ideais de competição sã, de integridade, de comunidade, de fair play e de excelência, que estavam na sua essência, valores que eu creio os actuais sócios e dirigentes do Clube sabem que existiram e que até, pelo seu valor intrínseco, os inspira.

Se de facto desses valores embuído, o Desportivo de Maputo nunca deixará de ser o que foi começando naquele fim de Maio de 1921, e continuará a ser, na grande capital e no país que é agora – e desde há 36 anos – dono do seu destino.

Com um pouco de sorte, conto estar por aí para assinalar os 100 anos da sua existência e dizer então, com um sorriso

Desportivo para sempre.

Maio 20, 2011

JOGO DE BASQUET EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 70

Não tenho dados sobre esta fotografia, para além que de se podem ver no fundo o Vasco e o José Manuel Abreu sentados no banco, donde atrevo-se a deduzir que isto era um jogo entre o Sporting e o Desportivo LM, Mas não sei, pelo que peço a quem saiba mais sobre esta imagem, que envie uma nota para aqui.

Durante um jogo de basquet em LM. Segundo o Paulo Azevedo, o jovem jogador à esquerda é o José Camilo, na altura um iniciado.

Maio 17, 2011

OS ABREUS, UMA FAMÍLIA DE DESPORTISTAS, ANOS 60

Os Abreus, uma família de desportistas, e do Desportivo. Vasco, Suzana, Rui e José Manuel ladeiam a matriarca da família, D. Rute Abreu. Anos 60, em Lourenço Marques. Acho que todos nadadaram, e quase todos jogaram basquet.

Abril 2, 2011

NADADORES DO DESPORTIVO LOURENÇO MARQUES, 1967

A versão com mais resolução desta fotografia foi generosamente enviada pela Lucília (Vieira) Domingos, bem como a identificação de muitos dos nomes.

Quem souber mais nomes ou quiser fazer correcções, agradeço que escreva para aqui.

O pessoal do Desportivo em 1967. Para ver a foto em maior detalhe, prima duas vezes nesta fotografia

A mesma fotografia mas numerada. A chave encontra-se em baixo.

01 a 10

01 – Anabela Gouveia, 02 – Alice Aleixo, 03 – ?, 04 – Margarida Mata, 05 – ?, 06- ?, 07- ?, 08- Fernando Morais (primo da Suzana, Vasquinho, Zé), 09 – António Sacadura (“Sodas”), 10 – ?

11 a 20

11 – Domingos Campos Ferreira, 12 – ?, 13 – ?, 14 – ?, 15 – João Vieira, 16- ?, 17- ?, 18- ?, 19 – ?, 20 – ?

21 a 30

21 – ?, 22 – ?, 23 – Helena Ho?, 24 – José Rodrigues, 25 – ?, 26- ?, 27- ?, 28- Vitor Mata ?, 29 – ?, 30 – ?

31 a 40

31 – ?, 32 – ?, 33 – Victor Cerqueira, 34 – Paula Botelho de Melo, 35 – Fernando Botelho de Melo, 36- ?, 37- Eugénia Loureiro, 38- ?, 39 – ?, 40 – ?

41 a 50

41 – ?, 42 – ?, 43 – ?, 44 – Profª Maria Conceição Gourinho Oliveira, 45 – ?, 46- ?, 47- João Rodrigues, 48- ?, 49 – ?, 50 – ?

51 a 60

51 – ?, 52 – ?, 53 – ?, 54 – ?, 55 – Cló Botelho de Melo, 56- Ana Paula Pinto ?, 57- Mário Rui Resende, 58- ?, 59 – ?, 60 – ?

61 a 70

61 – Sr. Carlos Carvalho (Seccionista)?, 62 – Lígia Rodrigues, 63 – Teresa Gourinho Oliveira, 64 – ?, 65 – ?, 66- Leonel Gomes, 67- ?, 68- ?, 69 – ?, 70 – ?

71 a 80

71 – ?, 72 – ?, 73 – ?, 74 – ?, 75 – ?, 76- Eurico Perdigão, 77- Bernardete Campos, 78- ?, 79 – ?, 80 – ?

81 a 90

81 – ?, 82 – ?, 83 – ?, 84 – ?, 85 – ?, 86- ?, 87- ?, 88- ?, 89 – Nelson Silva, 90 – Emiliano de Sousa (Victor Cerqueira dixit)

91 a 98

91 – Vasco Abreu, 92 – Dulce Gouveia, 93 – Suzana Abreu, 94 – Maria Paula Valadão, 95 – Manuela Gourinho Oliveira, 96- ?, 97- António Botelho de Melo, 98- ?


Janeiro 11, 2011

EQUIPA 3 HORAS DE LOURENÇO MARQUES A NADAR, 1974

Esta foto foi gentilmente enviada por Fernando Brito.

Em baixo, a seguir à foto principal (que pode ser vista em maior detalhe premindo com o rato duas vezes) estão as fotos de detalhe da foto principal. Quem souber os nomes de pessoas mal ou não identificadas, por favor escreva para aqui, indicando qual a foto de detalhe e a localização da pessoa.

A equipa que nadou no primeiro evento "3 Horas de Lourenço Marques a Nadar", no primeiro trimestre de 1974.

Detalhe 1. Em cima: Vasco Abreu, (?). Em baixo: Floro Miguel Miranda e Fernando Brito.

Detalhe 2. Em cima: (?), Eugénio. Em baixo: Fernando Brito, Jorge Moreira, (?).

Detalhe 3. Em cima: (?), Paula Roque, (?), (?). Em baixo: (?), Nelson Oliveira, (?), (?).

Detalhe 4. (?1) (?2) (?3) (?4) (?5) (?6)

Detalhe 5. (?1) (?2) (?3) e (?4).

Deatlhe 6. Em cima, Fernando Brito. Em baixo Rogério Silva.

Detalhe 7. Em cima Rogério Silva, Carlos Diniz. Em baixo, (?2).

Deatlhe 8. Em cima, Luiz Diniz, (?1). Em baixo, Dulce Gouveia, (?2).

Detalhe 9. Em cima, (?1), (?2), (?3). Em baixo (?1), Pai Santos e o filho Mário Santos.

Detalhe 10. Em cima (?1), (?2), (?3), (4). Em baixo: (?1), (?2), (?3).

Detalhe 11. Em cima, (?1), e o grande jogador de hóquei Abílio, (?3). Em baixo (?1), (?2), Carlos Oliveira, (? - filho mais novo do Rui Ferreira da UFA)

Detalhe 12. Em cima, (?1), (?2), Cruz e Silva, que foi ponta esqeurdo do Sporting LM e (?4). Em baixo, (?).

Detalhe 13. (?)

Detalhe 14. Em cima, (?1), Dulce Gouveia, (?2). Em baixo, (?3), (?4), Lídia Gouveia.

Detalhe 15. (?1) (?2) (?3)

Detalhe 16. Lídia Gouveia, António Botelho de Melo, Helena Santos. Em baixo, Licínio Oliveira.

Detalhe 17. Em cima: Helena Santos, Anabela Gouveia, João Meireles, (?1). Em baixo, (?2).

Detalhe 18. Em cima, (?1), Carla...., (Jaime Santos), (?2). Em baixo, Paula Botelho de Melo, José Luis Ribeiro.

Detalhe 19. Rodrigo Tudela, irmão do João Maria Tudela, (?2)

Detalhe 20. Em cima, (?1), 2ª fila (?2), (?2), Carlos Lopes Pereira.

Detalhe 21. (?1), (?2), Lídia Gouveia.

Deatlhe 22. Licínio Oliveira.

Detalhe 23. (?)

Detalhe 24. Paula Botelho de Melo.

Detalhe 25. Cló Botelho de Melo, Pierre Jeanrenaud e Olímpia Ótão.

Detalhe 26. Olímpia Ótão, Celeste Ótão, (?). Atrás, Carlos Lopes Pereira.

Detalhe 28. (?), Arnaldo Cunha.

Novembro 29, 2010

VASCO ABREU, ANOS 60

Filed under: 1960 anos, NATAÇÃO DE MOÇAMBIQUE, Vasco Abreu — ABM @ 11:13 am

Estas fotografias foram gentilmentes enviadas por vasco Abreu.

Vasco, irmão de Suzana, Rui e José Manuel Abreu, em baixo cópia do seu primeiro cartão de nadador.

Capa do Cartão de nadador do Vasco

Cartão de nadador do Vasco

Novembro 5, 2010

VASCO ABREU

Filed under: 1970 anos, NATAÇÃO DE MOÇAMBIQUE, Vasco Abreu — ABM @ 6:09 pm

O Vasco é irmão de Suzana, Rui e José Manuel Abreu. O pai é o recentemente falecido Comandante Vasco Abreu, que trabalhou na DETA e o seu sucessor, a LAM.

O Vasco hoje vive em Joanesburgo, na África do Sul.

Vasco Abreu, aka "Vasquinho".

Janeiro 24, 2010

DESPEDIDA DE PIDJI DO DESPORTIVO

foto gentilmente cedida por Alberto de Sousa Costa.

Pidji rodeado por Rui e Vasco Abreu, irmãos de Susana Abreu. Foto tuirada no dia 1 de Fevereiro de 1964

NO DESPORTIVO EM 1963

fotos gentilmente cedidas por Alberto Sousa Costa.

Desportivo, 1963: Pidgy, Bernardete Brito, ...Cabral e Carlos Ótão

Desportivo, 1963: Cristina, Susana, Vasco e Rui Abreu

Desportivo, 1963: ...Abreu

Não sei quem é, quem souber sff envie mensagem com detalhes

Eurico Perdigão, treinador do Desportivo, na água

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