THE DELAGOA BAY COMPANY

Setembro 14, 2012

A EQUIPA DE HÓQUEI VENCEDORA DO TORNEIO DE MONTREUX, 1958

Fotografia muito gentilmente enviada por Carla Pinhal e restaurada.

 

Mais do que para Portugal, cuja bandeira representava, esta equipa marcou, com o seu desempenho, um momento seminal no desporto de Moçambique, mesmo num contexto em que, no futebol português, já se afirmava uma nobre e incontornável estirpe moçambicana. De pé, da esquerda: Souto, Abílio Moreira, Velasco, Adrião, Bouçós e Carrelo. De joelhos:Romão Duarte, Passos Viana, Moreira e Vitor Rodrigues. Heróis de uma geração. Veja esta foto em tamanho máximo premindo a imagem com o rato do seu computador.

 

 

Julho 7, 2012

A EQUIPA DE HÓQUEI EM PATINS DO SPORTING, REFORÇADA, 1956

Fotografia de Serafim Figueiredo (que se pode ver em baixo), gentilmente encaminhada pelo Oscar Soeiro. Obrigado a ambos.

A equipa de hóquei do Sporting Clube de Lourenço Marques numa digressão à Beira, para um jogo com a equipa do Paço de Arcos, que estava em Moçambique para a inauguração do ringue de patinagem do Sporting, em 1956. A equipa do Sporting levou como reforços nada menos que o Amadeu Bouçós, O Manuel Carrelo e o Fernando Adrião. Assim, de pé, da esquerda: Viegas (dirigente), Bastião Lourenço (treinador), Artur Paredes, Amadeu Bouçós, Serafim Figueiredo, Rodrigues (seccionista) e Amadeu Ferreira. De joelhos: Vergílio, Cancela (guarda-redes), Manuel Carrelo e Fernando Adrião.

Junho 17, 2012

ENCONTRO DOS HOQUISTAS DE MOÇAMBIQUE EM LISBOA, 2012

Fotografia enviada por Óscar Soeiro, assinalando mais um encontro dos hoquistas de Moçambique em Lisboa, no dia 16 de Junho de 2012.

Para ver a fotografia em tamanho máximo, prima duas vezes na imagem com o rato do seu computador.

Os grandes do hóquei de Moçambique pré-Independência posam em Lisboa.

Março 14, 2012

FALECEU FERNANDO SANTOS, ANTIGO JOGADOR DE HÓQUEI DO DESPORTIVO

Fernando Santos de pé, ao centro, no campo do Desportivo, cujas cores envergou.

Faleceu em Vila do Conde no dia 2 de Março de 2012 Fernando Santos, que foi atleta no hóquei do Desportivo, pai do Jorge e da Gaby Santos, que são das minhas relações pessoais.

À família, em especial ao Jorge e à Gaby, as minhas sinceras condolências.

Em baixo, duas fotografias dos tempos de jovem de Fernando Santos no Desportivo.

Uma equipa de hóquei no tempo em que Fernando Santos jogou pelo Desportivo (2º da esquerda, de joelhos, à direita do Eurico Monteiro. O último em baixo à direita é Garradas Domingues. De pé e o último da direita é Fernando Adrião.

Fernando Santos, à direita, de pé, no campo de hóquei em patins do Desportivo em Lourenço Marques.

Março 10, 2012

INAUGURAÇÃO DO 2º RINGUE DE HÓQUEI EM PATINS DO SPORTING DE LOURENÇO MARQUES, 1953

Filed under: 1950 anos, Equpa Sporting LM, HÓQUEI MOÇAMBIQUE, Oscar Soeiro — ABM @ 7:30 pm

Fotografia gentilmente enviada por Oscar Soeiro e restaurada.

Na primeira fila: Virgilio, Óscar Soeiro, Serafim,Abel, Rafael, Lotra, Levi e Barata. Na segunda fila: Brízido, Paredes, Farinha, Braga, Tomás, Humberto, Borges, Betencourt e Amorim. Para ver a fotografia com tamanho um pouco maior, prima na imagem duas vezes com o rato do seu computador.

Janeiro 9, 2012

FERNANDO ADRIÃO EM LOURENÇO MARQUES, ANOS 1960

Filed under: 1960 anos, Fernando Adrião, HÓQUEI MOÇAMBIQUE, Jorge Pauleta — ABM @ 3:17 pm

Fotografia de Carlos Barros no grupo Naturais de Lourenço Marques.

Fernando Adrião cumprimenta o jovem Carlos Barros no campo. Por cima da cabeça de Adrião, Jorge Pauleta. Se conhecer mais pessoas na imagem, envie uma nota para aqui.

Janeiro 4, 2012

A EQUIPA DE HÓQUEI DO FERROVIÁRIO DE NAMPULA EM 1954

Foto de Rui Aguilar Cerqueira no grupo dos Antigos Hoquistas de Lourenço Marques no Facebook, ligeiramente restaurada.

A equipa do Ferroviário de Nampula em 1954. De pé, da esquerda: Lino, Manecas e Camacho. De joelhos: Vate de Almeida, Abel Cerqueira e António Teixeira.

A EQUIPA DE HÓQUEI EM PATINS DO FERROVIÁRIO DE NAMPULA, 1956-57

Filed under: 1950 anos, Abel Cerqueira, Equipa CFM Nampula, HÓQUEI MOÇAMBIQUE — Etiquetas: — ABM @ 2:50 pm

Foto de Rui Aguilar Cerqueira no grupo dos Antigos Hoquistas de Lourenço Marques no Facebook, ligeiramente restaurada.

 

A equipa do Ferroviário de Nampula, época de 1956-1957. De pé, da esq.: Lino, Lodovina, Rocho. De joelhos: Vate Almeida, Abel Cerqueira, Almeida Pinto e Paulo.

Dezembro 20, 2011

A EQUIPA DE HÓQUEI EM PATINS DO MALHANGALENE, 1958-59

Foto de Rui Aguilar Cerqueira.

A equipa de hóquei do Malhangalene em 1958-59. De pé, da esquerda: Lino, Fernando Adrião, Tomás da Rocha e Cabral de Almeida. De joelhos: Vicente, Abel Cerqueira, Cardoso e Paixão. Referiu o Rui: "Treinador - Pai Adrião. Uma das melhores equipas nacionais da época, pois quem tinha o melhor jogador do mundo sempre era campeão."

A EQUIPA DE HÓQUEI DO 1º DE MAIO, ANOS 1960

Filed under: 1960 anos, Equipa 1º de Maio, HÓQUEI MOÇAMBIQUE — ABM @ 8:19 pm

Foto de Cândido Mota.

 

A equipa de hóquei do 1º de Maio de Lourenço Marques. De pé, da esquerda: Eduardo Morais, Maurício, Vieira e Graciano. De joelhos: Cândido, Arlindo e Américo Rebelo (Chinguiço).

A EQUIPA DE HÓQUEI DO FERROVIÁRIO DE NAMPULA, 1954

Filed under: 1950 anos, Equipa CFM Nampula, HÓQUEI MOÇAMBIQUE — ABM @ 8:11 pm

Foto de Rui Aguilar Cerqueira.

 

A equipa de hóquei do Ferroviário de Nampula, 1954. De pé, da esquerda: Lino, Manecas e Camacho. De joelhos: Vate de Almeida, Abel Cerqueira e António Teixeira.

ACÚRSIO CARRELO (1931-2010) UM JOGADOR DE FUTEBOL DE MOÇAMBIQUE NO FUTEBOL CLUBE DO PORTO

Acúrsio Carrelo. Marcou o primeiro golo de baliza a baliza na história do futebol português, vestindo a camisa do Futebol Clube do Porto.

Nota biográfica aquando do falecimento do campeão, a 9 de Janeiro de 2010. Mas há mais. Ver em baixo.

Refere o Ricardo Vara num sítio: “depois de deixar o FC Porto, em 1961 (cedeu a titularidade na baliza a outro mítico guarda-redes portista, Américo), Acúrcio rumou a Moçambique para se dedicar em exclusivo (!) ao Hóquei em Patins, como Jogador-Treinador do Desportivo de Lourenço Marques. E um comentador adicionou: Saiu em 1961, após a final da Taça de Portugal (perdida, nas Antas, às «mãos» do Leixões) regressando a Moçambique e dedicando-se, em exclusivo, ao hóquei patins do Desportivo de Lourenço Marques, como Jogador-Treinador, aí tendo conquistado o título nacional de 1962/63.

Um comentário que recolhi do sítio Mundo Ok.net refere o seguinte: “Acúrsio Carrelo foi um dos melhores guarda-redes de hóquei em patins dos anos cinquenta, tendo sido peça fundamental das primeiras grandes equipas do hóquei em patins portista. Optou posteriormente por praticar futebol, no advento do profissionalismo do “desporto-rei”, mas chegou ainda a representar a selecção portuguesa de hóquei em patins.”

Um desportista e um campeão, a registar aqui.

Acúrsio, capa de revista.

Dezembro 10, 2011

O JOGO DE HÓQUEI EM PATINS ENTRE A SELECÇÃO DE LOURENÇO MARQUES E O BENFICA, ABRIL DE 1955

Muito grato a Carlos Mota, que, oportunamente, enviou as duas fotos em baixo.

Bilhete de acesso ao jogo, em Lisboa, entre a Selecção de Lourenço Marques e a equipa do Sport Lisboa e Benfica, 1955. Quinze escuditos.

Dezembro 4, 2011

FRANCISCO VELASCO COMENTA SOBRE O RACISMO NO DESPORTO EM MOÇAMBIQUE NO TEMPO COLONIAL

O superlativo Francisco Velasco.

Em baixo, o comentário do grande campeão de hóquei Francisco Velasco, transcrito de outro local neste blogue (o comentário de Alberto Dias, em relação a uma entrevista de Eusébio à Revista Única no início de Novembro de 2011 e à reacção de Braga Borges).

 

Parte do que está aqui dito [comentário de Alberto Dias, ver AQUI]  possui laivos de verdade, verificando-se contudo uma grande confusão no respeitante a datas.

Antes de mais um abraço ao Alberto Rodrigues, que treinou as minhas primas Abrilete e Maria da Luz e talvez tenha jogado com o meu primo Leonel. Cruzávamos-nos no Clube e envio-te as minhas saudações desportivas.

Colonialismo e Racismo são as faces da mesma moeda. Ambos são dinâmicos, isto é, transformam-se com o decorrer dos anos, diluindo-se ou tornando-se virulentos e basta uma década para verificarem modificações substanciais. Veja-se que hoje, uma grande potência mundial passou, no espaço de 10 anos, de uma nação de liberdades constitucionais adquiridas, para uma em que as mesmas já começaram a ser definitivamente ignoradas ou destruídas, mas esse é outro assunto…

Neste caso do Eusébio, temos de circunscrevermo-nos aos anos em causa: 1959, 1960 em que ele comprovadamente jogou em júniores nesses anos e em séniores em 1961. As fotos de Braga Borges demonstram isso e que não havia o tal apregoado “racismo”. Ponto final.

Reportas-te, Alberto, a 1951. Esses foram tempos diferentes e anteriores aos em causa, e se formos por aí, mais uma década atrás, vamos dar com filas de pretos, acorrentados, que eu via passar à frente da minha porta, quando acordava de manhã cedo para ir para a escola. Caminhavam para trabalho forçado. E se recuares uns tempos mais, vê-los-íamos a serem “caçados” para serem enviados e leiloados em praças espalhadas por certas nações esclavagistas de vários continentes.

Até 1954, o Clube Ferroviário possuía um elenco de hoquistas brancos, se descontarmos o companheiro Labistour. Dois anos depois, 1956, quando assumi o cargo de treinador do CFLM, integrei na equipa atletas não brancos, provenientes das Reservas e Júniores. Tanto quanto pude testemunhar, o elitismo e também o racismo esfumaram-se por esta altura, com a naturalidade do passar de anos de uma sociedade colonialista a braços com a sua própria dinâmica transformadora. Em 1958 não se podia falar de racismo nos clubes. Presumo eu que as condições económicas e o estado psicológico dos pretos, continuamente minimizados e inferiorizados, forçavam-nos à não prática desportiva nos clubes da cidade, com excepção da bola que era praticado por toda a cidade em espaços devolutos que iam capinando para conseguirem uma espécie de campos de futebol.

Quanto ao serviço militar, quero recordar aqui que a ordem colonial estipulava que só brancos e pretos é que prestariam serviço nas forças armadas. Estava excluídos todos os outros. Sucede porém, Alberto, que dois anos antes de teres sido dispensado por excesso de contingente, também eu o fui apesar de ter sido aprovado na inspecção médica. Como me conheciam do desporto só me tiraram o peso e a altura e carimbaram imediatamente a minha integração. FIZERAM BORRADA pois isto tudo sucede quando os “satiaghras” criavam problemas em Dadra e Nagar Aveli, e o Antoninho, o tal dos plainites, deu ordem às estruturas militares para incorporarem todos, mestiços, indianos e chineses e estes todos seriam aquartelados à parte, e não iam para Boane.

O problema deles, em relação a mim, é que, sendo branco, eu iria ficar num aquartelamento de não brancos e isso fez-lhe cócegas na cabecinha e eliminaram-me por excesso de contingente, não se apercebendo que quando eu fiz fila para o exame médico, todos atrás e à frente eram meus companheiros de escola e de folguedos desde tenra idade, onde eu me sentia bem pois nunca usei óculos de cor. Reagi, e o General Raul Martinho, comandante militar, teve de me enfrentar, mas esta é uma história que contarei noutro local.

Não sei porque tu, caro Alberto, foste dispensado dois anos depois de mim, o teu caso talvez fosse diferente, apesar de sermos conterrâneos, natos no mesmo Estado da índia. Ou se calhar seria mesmo excesso de contingente… Olha que o Amadeu Bouçós e o Alberto Moreira não escaparam, tiveram férias em Boane, donde se ausentavam frequentemente, largando armas e bagagens, para ir representar a Selecção Nacional… Acho que nem sequer aprenderam a dar tiros! (risos).

Um grande abraço, amigo Alberto Rodrigues, felicitando-te pela tua carreira dedicada ao Basquetebol.

Posto isto, reitero que «o pontapé do Eusébio falhou o alvo, o que era raro, e bola lá se perdeu por cima da bancada, para fora do Estádio em direcção ao esquecimento onde deverá permanecer», como já tive ocasião de escrever [aqui] no blogue The Delagoa Bay Company.

Dezembro 3, 2011

MEDALHÃO DO TORNEIO INTERNACIONAL DE HÓQUEI EM PATINS EM LOURENÇO MARQUES, 1964

Muito grato ao Óscar Soeiro, que enviou a imagem que se segue.

Medalhão a assinalar o Torneio Internacional de Hóquei em Patins em Lourenço Marques, Outubro de 1964.

Novembro 29, 2011

JOSÉ PEREIRA NO SPORT LISBOA E BENFICA, ANOS 50

Filed under: 1950 anos, HÓQUEI MOÇAMBIQUE, José Pereira — ABM @ 11:47 am

Foto do Carlos Mota.

José Pereira, quando jogava pelo Sport Lisboa e Benfica. Foto tirada creio que na Suíça.

Novembro 17, 2011

EQUIPA DE HÓQUEI DE MOÇAMBIQUE HOMENAGEADA EM MAPUTO, 2011

A equipa de hóquei em patins, classificada em 4ª lugar no Campeonato Mundial 2011 na Argentina. Para ver em tamanho maior, prima duas vezes na imagem com o rato do seu computador.

Recorte do jornal Correio da Manhã (Maputo) de 17 de Novembro de 2011. A M-Cel, o maior operador de telefonia móvel em Moçambqiue, foi o principal patrocinador da equipa nacional moçambicana de hóquei em patins.

Os campeões de Moçambique celebram um jogo.

Dois jogadores.

Novembro 12, 2011

O GRANDE FRANCISCO VELASCO ENTREVISTADO POR PAULO SALVADOR, 2011

A Raposa e o Campeão: Oliveira Salazar e Francisco Velasco cumprimentam-se em Lisboa, anos 1960.

A vida tem destas coisas. Estava calmamente a pesquisar o tema de Ricardo Chibanga, de que esta casa tem pouco, e, via o Gúgele, fui parar eventualmente ao que me pareceu um obscuro sítio onde vejo uma menção do Lívio de Morais (ao casamento de cuja filha fui em Maputo em 2008) e a seguir vejo o nome de Francisco Velasco.

O tal “sítio obscuro”, que para variar se chama “Recordar Angola“, é do (pelo menos para mim) conhecido jornalista da televisão, Paulo Salvador. Que, descobri, faz um programa de entrevistas “one on one” com um número de personalidades, numa estação de rádio chamada Rádio Sim. A primeira surpresa foi, apesar de algumas confusões processuais, aquilo é um tesouro. Tem horas de entrevistas absolutamente fabulosas. A segunda é que Paulo Salvador, que, sem destoar, na televisão obviamente não tem tido as oportunidades que ele obviamente merece (recordo que “merecer” vem de “mérito”, atributo culturalmente pouco apreciado em Portugal) ascende ao seu melhor em termos de erudição e enorme potencial como entrevistador neste formato, produzindo autênticos documentos históricos, ditos na primeira pessoa, pelos seus entrevistados.

E aqui ouvi uma entrevista excepcional com o grande Francisco Velasco, feita por Paulo Salvador, creio que na tarde do dia 17 de Setembro de 2011.

Alguns dos miúdos do hóquei em Lourenço Marques, com quem Velasco conviveu. De pé, da esquerda: Lelito, Arlindo Vicente e Amadeu Bouçós, José Souto e Paredes. Foto que me veio do Carlos Mota e que penosamente mas com prazer restaurei.

Francisco Velasco tem possivelmente o melhor sítio na internet sobre a sua vida e obra – veja AQUI.

Mas esta entrevista, que dura cerca de 40 minutos, mais do que merece ser ouvida. Do princípio ao fim. Especialmente o fim, em que o nosso Velasco foi tão, tão generoso para com o bom povo português e definiu a sua portugalidade.

Para ouvir, o exmo. Leitor prima AQUI.

Paulo Salvador tem que arranjar maneira de colocar este programa na televisão por cabo às quintas-feiras à noite, para mostrar realmente o que ele vale e ajudar a contrariar um pouco o verdadeiro lixo que encontro por lá nessa altura.

E não entendo como um símbolo como Francisco Velasco não é mais celebrado e aproveitado pelo establishment actual do hóquei português.

Novembro 11, 2011

O EMBLEMA DO SNECI EM LOURENÇO MARQUES

Filed under: 1950 anos, 1960 anos, Equipa SNECI, HÓQUEI MOÇAMBIQUE — ABM @ 1:00 pm

Imagem do Carlos Mota, parcialmente restaurada por mim.

 

O emblema do Sindicato Nacional dos Empregados do Comércio e Indústria - o SNECI - em Lourenço Marques.

SEGUNDO JOGO DE HÓQUEI ENTRE LISBOA E LOURENÇO MARQUES, 1959

Filed under: 1950 anos, 2º Jogo Lisboa-LM 1959, HÓQUEI MOÇAMBIQUE — ABM @ 12:47 pm

 

 

Bilhete de ingresso para o 2º jogo Lisboa-Lourenço Marques, realizado em Lisboa, 1959

ENCONTRO DE HOQUISTAS, 2010

Fotografia do Manuel Jorge Pereira Batista.

 

Encontro dos campões. De pé, da esquerda: Manuel Jorge Pereira Batista e José Pereira. Sentados: António Mota, Carlos Mota, Horácio Mesquita e Pereira Duarte.

ANTÓNIO ESTEVES BERNARDO E O PROF. ARCELINO MIRANDELA DA COSTA, ANOS 1960

Fotografia do Carlos Mota, restaurada por mim.

Baltazar Rebelo de Sousa, então Governador-Geral de Moçambique, entrega um medalhão a António Esteves Bernardo. No meio, vê-se o Prof. Arcelino Mirandela da Costa. Ladeando o António, Bernardo da Velha e Xixas. Finais dos anos 1960.

A GERAÇÃO DE OURO DO HÓQUEI DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1960

Fotografia do Manuel Jorge Pereira Batista, restaurada por mim.

 

De pé, da esquerda: Francisco Velasco, Amadeu Bouçós, Fernando Pires, Tito Moreira Rato, Vaz Guedes e Fernando Adrião. De joelhos: Alberto Moreira e Manuel Carrelo.

OS CRAQUES DO HÓQUEI DE MOÇAMBIQUE, ANOS 1960

Fotografia do Carlos Mota, restaurada por mim.

 

A Selecção A e B. De pé, da esquerda: Abílio, Bouçós, Branca, Passos Viana, Adrião e Francisco Velasco. De joelhos: Carrelo, Victor Rodrigues, Paredes, Arlindo Vicente e Romão Duarte.

JOÃO CARLOS DEUS, HOQUISTA DO MALHANGALENE, 1957

Imagem do Fernando Correia Mendes, restaurada por mim.

 

O cartão de atleta do João.

Older Posts »

The WordPress Classic Theme. Create a free website or blog at WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 290 outros seguidores