THE DELAGOA BAY COMPANY

Novembro 11, 2011

MOÇAMBIQUE NO MUNDIAL DE HÓQUEI EM PATINS 2011: KIKO ESCULUDES E FREDERICO SARAIVA

Foto de um sítio de hóquei em patins que não consegui identificar.

Kiko Esculudes e Frederico Saraiva, jogadores da equipa de hóquei em patins de Moçambique, durante o recente campeonato mundial na Argentina.

Dezembro 18, 2010

KIKO ESCULUDES E A EQUIPA DE HÓQUEI EM PATINS DO FERROVIÁRIO, 2010

Devagarinho, devagarinho, vão aparecendo aqui os atletas da actualidade desportiva moçambicana. Desta vez pelo Zé Carlos, um amigo que estes dias vive algures no Reino Unido, que vibra com o hóquei moçambicano (com forte costela do Ferroviário…) e que tem um blogue pessoal em que nos vai mantendo actualizados chamado O Meu Bairro Ferroviário. Bem haja.

A equipa de hóquei do Ferroviário de Maputo em 2010. Dos nomes, só sei um para já, o Kiko Esculudes, o segundo de pé da esquerda para a direita. Deixo aqui a grelha: de pé, da esq.: P1, Kiko Esculudes, P3, P4, P5 e P6. De joelhos: J1. Quem souber os restantes nomes, agradeço que escreva para aqui.

De Kiko Esculudes, o Zé Carlos escreveu no seu blogue: “Outro excelente jogador Mocambicano, já com várias internacionalizações e uma longa experiência em competições internas, Kiko Esculudes, mais um membro da família Esculudes, é sem dúvida um jogador fundamental para a Selecção Nacional de Mocambique que irá disputar o Mundial da Argentina 2011 em S.Juan. Joga normalmente à defesa-médio, mas quando necessário, pode também jogar numa posição mais avançada. Gosta de marcar golos, faz imensas assistências, marca e defende muito bem; tem um remate colocado e possui alguma técnica individual que lhe permite ultrapassar o adversário nas marcações individuais. É o Sub-Capitão da Seleccão Nacional e tem um relacionamento calmo e respeitador com seus colegas, técnicos, dirigentes e adversários; diria que em muitos aspectos defensivos, é como seu pai Arsénio, um dos melhores defesas-médios que Mocambique teve, mesmo antes da Independência. Mais um jogador que vai ser peça fundamental no xadrez da equipa nacional de Mocambique e o técnico que vier a assumir o comando da Selecção não poderá deixar de contar com este valioso jogador. Um dos aspectos em que tenho tentado ajudar o Kiko, é a possibilidade de jogar num Campeonato mais competitivo; houve uma proposta de França que acabou por não se realizar e depois a oferta da Federacao da Catalunha para jogar numa equipa da 2ª Divisão em Espanha, mas por impedimentos burocráticos por parte da Federação Mocambicana, ainda não foi possível ao Kiko poder evoluir num outro nível, onde de certeza melhoraria a sua qualidade técnica, assim como as suas condições de vida em Mocambique, que são muito dificeis. Ao Kiko desejo os maiores sucessos e que consiga ultrapassar as suas dificuldades, pois trata-se de uma pessoa agradável, respeitadora e muito humilde.”

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